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Porto Alegre, sexta-feira, 30 de julho de 2010

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Opinião do
Internauta

Fernando
Ricardo


concordo com o fator i2 e com o PA

Em Gravataí, o trânsito é uma barbárie.

Em Cachoeirinha é pior ainda.

Passar o sinal vermelho é um fato corriqueiro.

Ou nos mobilizamos para (continua...)


Hugo Brener Munhoz de Macedo
Tenho que, com as multinacionas automobilísticas financiadas e com regalias, aliado a falta de estrutura física - leia-se ruas e estradas, transporte público - e educação no trânsito, não pode respond (continua...)

Carlos
Vejo com uma certa perplexidade, noticias na imprensa sobre 3 anos do acidente da Tam sem respostas, sera que não sabem que a culpa é dos gestores públicos, que permitem que um aeroporto funcione dent (continua...)

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ABR 14

Preço dos alimentos dispara no mundo, a quem interessa?

00:00 | Mundo

Um relatório da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, sugere que o preço de alimentos básicos, em países em desenvolvimento, deve continuar alto neste ano.

O documento divulgado em Roma na sexta-feira (11/04) indica que o aumento médio no preço dos grãos deve ser de 56% contra 37% registrados entre 2006 e 2007. O relatório indica também que os alimentos que tiveram os maiores aumentos foram o arroz, milho e trigo.

Por certo ninguém fala do aumento dos insumos para produção que estão sob controle dos países ricos.

No meio de toda esta confusão, várias organizações internacionais e países do primeiro mundo começam a bombardear o programa de biocombustíveis brasileiro, alegando que ele vai contribuir para o aumento dos alimentos.

Mas qual o motivo? Qual o Interesse?

Eles alegam que o plantio de alimentos seria substituído pelo de biocombustíveis, e assim, com a diminuição das lavouras de alimentos, o preço destes subiria naturalmente.

Eu pergunto, em que país? No Brasil ou nos Estados Unidos onde tudo é subsidiado. Nos países em desenvolvimento que possuem diversas áreas livres para plantio sem subsídio, ou na Europa onde o governo “banca” os altos custos da produção agrícola, respondendo inclusive a diversos processos na Organização Mundial de Comércio, a OMC.

Sabemos que apesar da maior parte do petróleo estar em poder dos países árabes, por trás de todos estão grandes empresas ocidentais que ainda exploram o ouro negro.

O programa de biocombustíveis brasileiro começa a ameaçar a hegemonia e o lucro destes países e empresas, apresentando uma alternativa energética “ecologicamente” correta.

Quem é contra possui interesses não muito éticos para com a humanidade e começa a jogar pesado, fazendo de tudo para que o preço dos alimentos dispare, para que possam obter mais lucro, e barrar o avanço brasileiro.


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Imagens:
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