Hugo Brener Munhoz de Macedo Tenho que, com as multinacionas automobilísticas financiadas e com regalias, aliado a falta de estrutura física - leia-se ruas e estradas, transporte público - e educação no trânsito, não pode respond (continua...)
Carlos Vejo com uma certa perplexidade, noticias na imprensa sobre 3 anos do acidente da Tam sem respostas, sera que não sabem que a culpa é dos gestores públicos, que permitem que um aeroporto funcione dent (continua...)
Por volta das 18h50m desta quinta-feira, me dirigia para a minha casa em Viamão pela Bento Gonçalves. Como sempre, um grande fluxo de veículos, todos com pressa para chegar em suas casas. Motoristas nervosos, estressados, e irresponsáveis.
Esse tipo de conduta não me espanta. Isso é corriqueiro em estradas e cidades do nosso Estado. O que me deixou abismado foi ver um carro do corpo de bombeiros, “pedindo passagem com a sirene ligada”, ser cortado, fechado, ou seja lá o que for o nome dado para este tipo de falta de bom senso, por um ônibus de uma empresa da minha cidade, Viamão.
Enquanto os demais motoristas abriam espaço para que os bombeiros cumprissem a sua missão, o “motorista” do ônibus “cortava”, na maior cara de pau e falta total de educação, a frente do veículo. E mais, ficou um bom período sem dar passagem, como se nada estivesse acontecendo.
O pior de tudo, é que não é a primeira vez que presencio absurdos como esses. Há um tempo atrás, na Ipiranga, fui fechado por um carro da EPTC. Não é erro de digitação ou de informação minha. Vocês leram “EPTC” mesmo, com azulzinhos e tudo.
Aqueles homens que zelam pela ordem no trânsito cortando a frente de um carro de um cidadão comum. Vejam a que ponto nós chegamos. O desrespeito é total. A falta de critérios também. Virou terra de ninguém o trânsito no Rio Grande do Sul.
Outro dia foi ainda mais escandaloso. Uma ambulância pedia passagem, certamente tentando salvar a vida de alguém.
A grande maioria dos motoristas colaborava, cedendo espaço, abrindo passagem para a ambulância, até que um “irresponsável”, com um equipamento de som que certamente valia mais que “seu próprio automóvel”, não estava nem aí. Ou melhor, estava, curtindo o som “adoidado”, sem perceber ou ouvir que uma ambulância lhe pedia passagem.
Quando finalmente o “DJ” abriu passagem para a ambulância, não se conteve e grudou na traseira da ambulância, seguindo no seu vácuo. Aliás, não foi o único.
É aquela coisa. Se posso atrapalhar, porque ajudar. São cruzamentos trancados, faixas de segurança e sinaleiras desrespeitadas. E esta turma, estes ditos “motoristas”, se acham os tais.
É evidente que a grande maioria de motoristas são educados. Como tudo na vida, não dá para generalizar. Mas até quando a falta de educação vai imperar no caótico trânsito que enfrentamos todos os dias das nossas vidas?