Hugo Brener Munhoz de Macedo Tenho que, com as multinacionas automobilísticas financiadas e com regalias, aliado a falta de estrutura física - leia-se ruas e estradas, transporte público - e educação no trânsito, não pode respond (continua...)
Carlos Vejo com uma certa perplexidade, noticias na imprensa sobre 3 anos do acidente da Tam sem respostas, sera que não sabem que a culpa é dos gestores públicos, que permitem que um aeroporto funcione dent (continua...)
Quando em 8 de setembro de 1966 a rede de televisão norte-americana NBC estreou a série Star Trek (Jornada nas Estrelas), ela jamais imaginou o impacto que causaria mundo afora.
Na abertura, o capitão da espaçonave, James Tiberius Kirk, dizia:
O espaço, a fronteira final. Estas são as viagens da nave estelar Enterprise. Sua missão de cinco anos: explorar novos e estranhos mundos, procurar novas formas de vida, novas civilizações, audaciosamente indo onde nenhum homem jamais esteve.
Hoje, passados mais de quarenta anos de sua estréia, a ficção começa a ficar mais próxima do que nunca.
A Estação Espacial Internacional (ISS), um projeto avaliado em US$ 100 bilhões, entrou em sua fase final de construção, nos aproximando da fronteira final que já foi pura ficção.
Este complexo orbital, localizado a 390 km da superfície do Planeta Terra, deve ficar pronto em 2010, tornando-se um marco na cooperação internacional que envolveu o trabalho de 16 países que começou há nove anos atrás.
A ISS tornou-se o maior esforço científico e tecnológico já realizado pela humanidade.
Quando estiver pronta, ela servirá como um local de pesquisa em diversas áreas, da medicina às tecnologias de comunicação e, além disso, será o nosso primeiro posto avançado para futuras expedições pelo espaço.
Quando eu era um "piá" e assistia aos episódios de Star Trek, sonhava que um dia a humanidade pudesse realizar este feito, mas muitos diziam que tudo não passava de pura fantasia e que nada daquilo iria acontecer.
Hoje, quando fixamos um endereço no espaço, esta fantasia da ficção torna-se realidade.
Se quarenta anos pode parecer muito, imaginem os séculos que se passaram até que nossos antigos navegadores descobrissem a América, novas civilizações, audaciosamente indo onde nenhum homem jamais esteve.