Antonio Mazzuco Até quando nossos governantes vão se esquivar um verdadeiro Controle da Natalidade? Planejamento Familiar é bobagem: quem mais precisa evitar ter filhos é quem mais tem dificuldade de planejar qualque (continua...)
Otávio Moura Poi é Orlandini. Quem, como tu, ainda acredita que a pior dmocracia é melhor que a melhor das ditaduras, está por ver -com a liberdade que se deu às esquerdas em nome da democracia- a dureza da ditadu (continua...)
Alexandre Ferreira Realmente Ricardo o caos perdura por varias administrações independentes de partidos. A solução mais simples e que ninguém quer fazer é apenas reajustar as tabelas de procedimentos do SIA-SUS que faze (continua...)
A Telebrás ou Telecomunicações Brasileiras S.A., era uma holding que contolava várias prestadoras de serviços telefonicos. (CTMR, TELESC, TELEPAR, TELESP, CTBC-Borda do Campo, TELEMIG, TELEGOIÁS, TELEMS, TELEMAT, TELERJ, TELEST, TELEBAHIA, TELERGIPE, TELECEARÁ, TELEPARÁ, TELPA, TELPE, TELERN, TELMA, TELERON, TELEAMAPÁ, TELAMAZON, TELEPISA, TELEACRE, TELAIMA, TELEBRASÍLIA,TELASA e CETERP e SERCOMTEL)) e de 1 operadora de longa distância (EMBRATEL). A empresa estatal foi criada em 1972 no auge do regime instituído pelo golpe de 1964. Sua incumbência foi centralizar as empresas de telecomunicações concessionárias de serviços públicos.
O Sistema Telebrás foi privatizado no dia 29 de julho de 1998 em função da mudança da Constituição Brasileira de 1988 no ano 1995, e com a promulgação da Lei Mínima e da Lei Geral de Telecomunicações, que visavam o enxugamento da máquina estatal brasileira.
Foram vendidas (privatizadas) quatro empresas da Rede de Telefonia Fixa e oito empresas da Rede de Telefonia Celular (Sistema Móvel Celular).
Até a privatização, as empresas operadoras da Telebrás eram responsáveis pela Operação e Gerência de Redes de Telecomunicações (Princípios da Gerência de Redes) no Brasil, ou seja, pelos sistemas de telecomunicações.