Antonio Mazzuco Até quando nossos governantes vão se esquivar um verdadeiro Controle da Natalidade? Planejamento Familiar é bobagem: quem mais precisa evitar ter filhos é quem mais tem dificuldade de planejar qualque (continua...)
Otávio Moura Poi é Orlandini. Quem, como tu, ainda acredita que a pior dmocracia é melhor que a melhor das ditaduras, está por ver -com a liberdade que se deu às esquerdas em nome da democracia- a dureza da ditadu (continua...)
Alexandre Ferreira Realmente Ricardo o caos perdura por varias administrações independentes de partidos. A solução mais simples e que ninguém quer fazer é apenas reajustar as tabelas de procedimentos do SIA-SUS que faze (continua...)
Ernst Ingmar Bergman faleceu em Fårö, uma pequena ilha do Mar Báltico situada a alguns quilômetros ao norte da ilha de Gotland (Suécia), no dia 30 de Julho de 2007. Ele foi um dramaturgo e cineasta sueco.
Estudou na Universidade de Estocolmo, onde se interessou por teatro, e mais tarde, por cinema. Iniciou a sua carreira em 1941, escrevendo a peça de teatro "Morte de Kasper" e, em 1944, escreveu o primeiro argumento para o filme "Hets". Realizou o primeiro filme em 1945, "Kris".
Os seus filmes lidam geralmente com questões existenciais como a mortalidade, solidão e fé. As suas influências literárias vêm do teatro: Henrik Ibsen e August Strindberg.
Teve um romance com Liv Ullmann, com quem teve uma filha. Dirigiu a atriz em dez filmes, o primeiro dos quais foi Persona.
Talvez o melhor comentário sobre Ingmar Bergman tenha partido de Jean-Luc Godard: "O cinema não é um ofício. É uma arte. Cinema não é um trabalho de equipe. O diretor está só diante de uma página em branco. Para Bergman estar só é se fazer perguntas; filmar é encontrar as respostas. Nada poderia ser mais classicamente romântico". (Jean-Luc Godard, "Bergmanorama", Cahiers du cinéma, Julho - 1958).
O diretor e roteirista morreu em sua casa em Fårö aos 89 anos. A morte, segundo sua filha, Eva Bergman, ocorreu de forma tranqüila.