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How do you do? How are you?

Roberto Henry Ebelt

10.12.2010

How do you do? How are you?

Cuidado com as obviedades. Devido ao fato de certas expressões serem muito óbvias para os falantes, tanto de inglês como de português, existem diversos erros de interpretação que acompanham brasileiros e americanos (+ outros falantes da língua inglesa) durante décadas. Por exemplo: muitos alunos brasileiros, mesmo depois de anos de contato com a língua inglesa, continuam imaginando que as duas expressões acima significam a mesma coisa. Isso não é verdade.

HOW DO YOU DO?” é equivalente a expressão brasileira (ou luso-brasileira) MUITO PRAZER.

A confusão aumenta ainda mais porque a expressão inglesa ocorre sob a forma interrogativa. Assim sendo, alguns alunos (todos somos alunos, na vida) imaginam que “HOW DO YOU DO?” signifique “como vai?” Isso, definitivamente, não está certo.

Existem outras maneiras de se dizer “muito prazer” em uma apresentação? Sim. Além de “How do you do?” você pode dizer “nice to meet you” ou “pleased to meet you” ou, se você quiser usar uma expressão super formal, diga “pleased to make your acquantaince”.

Existem outras maneiras de perguntar “como vai?” em inglês? A resposta também é afirmativa. Além de “how are you?”, você pode dizer “how have you been?” ou “how are you coming along?” além de outras expressões menos comuns.

Há alguns anos, um deputado comunista, possivelmente notando que não tinha nada de importante para fazer no Congresso Nacional, propôs restrições ao uso de expressões estrangeiras no comércio e em outros ramos de atividades, no Brasil. Felizmente tal proposta não prosperou. Em novembro passado, tive a oportunidade de ler o artigo abaixo, que foi publicado no Moscow Times. Observem como a mania comunista (ou cripto-comunista) de se meter na vida dos cidadãos é uma praga universal. Onde houver um comuna, seja no CENTRAL PLATEAU, seja em Moscou, onde quer que as viúvas de Stalin, Lênin, Trotsky, Fidel (não morreu, mas está mais para múmia do que para vivente) se encontrem, lá teremos políticos dizendo como o povo deve se comportar em aspectos absolutamente irrelevantes.

Advertise in Russian or pay the penalty

The Federal Anti-Monopoly Service is planning to expand a crackdown (sudden punitive or disciplinary action) on advertising using foreign words, with initial hearings in a spate (great quantity) of recent cases expected this week.

The issue of using foreign words in advertising began attracting renewed attention about a year ago, and the interest is not going to subside (decrease), said the deputy (deputy não significa deputado – essa palavra tem origem no verbo latino puto, putavi, putatum, putare, e chegou ao inglês através do francês antigo – ela transmite a idéia de delegar, daí delegado) head of the Moscow branch of the service, Alexander Tarkhov. The service is pursuing lawbreakers with renewed vigor.

"Over the past year [we have seen] a great interest by both federal and local government agencies in the city’s appearance," Tarkhov told The Moscow Times. "Advertising is a big part of its image."

Words like "sale”, "discount" and "free Wi-Fi" may soon disappear from advertisements, to be replaced by sometimes clumsy (clumsy = awkward; not graceful, ungainly; poorly made) but legal Russian equivalents, or phonetic transliterations in Cyrillic — if they can be found in a dictionary.

Although the law on advertising that addresses the rules and exceptions around foreign words and phrases came into force in 2006, Tarkhov said the recent enforcement impetus is also because of the fact that his "department is small and only really got around to the problem now."

Another law that affects the situation is the one that mandates Russian as the official language of the country.

"According [to these laws] advertising should be done in the official language" of the country, said Alexei Lvov, head of the legal department at law firm Nalogovik. "These demands also stem from the idea that the consumer may be misled by advertising in a foreign language as to the content of the advertisement as a whole, the product that is being advertised and its producer," he said. "But there are exceptions to any rule."

Foreign words are permitted as long as they are accompanied by a translation. But if they are part of a registered brand name, trademark, or service mark, or the name of a television or radio show, they do not have to be translated.

Companies use this clause as a loophole by registering slogans as trademarks.
Para terminar, lembro que quem inventou o alfabeto cirílico foi alguém que, ao que tudo indica, não tinha nada de importante para fazer: um “santo” chamado São Cirilo, outro búlgaro a atrapalhar a vida dos ocidentais. Senão, vejamos:

The Cyrillic alphabet is an alphabetic writing system developed in the First Bulgarian Empire during the 10th century AD and is used in various languages, past and present, of Eastern Europe and Asia, especially those of Slavic origin as well as non-Slavic languages influenced by Russian.

With the accession of Bulgaria to the European Union on 1 January 2007, Cyrillic became the third official alphabet of the European Union, following the Latin and Greek alphabets.

Pergunta: onde é que se encontra a tal de “globalização” no que diz respeito à comunicação?

Dixi.


Tags: Roberto Henry Ebelt, ensino, inglês


Roberto Henry Ebelt é professor, escritor, escreveu uma coluna semanal para o Jornal do Comércio de Porto Alegre entre 2001 e 2013, e é diretor do curso HENRY'S BUSINESS ENGLISH desde 1971.

Seu mais recente livro, O QUE VOCÊ DEVE SABER ANTES DE ESTUDAR INGLÊS, pode ser encontrado nas livrarias Disal, Cultura e SBS ou à rua Hoffmann, 728 em Porto Alegre.

E-mail: roberto@henrys.com.br
Fone (51) 3222-3144
www.henrys.com.br
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