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Difference between COMPLETE and FINISHED.

Roberto Henry Ebelt

18.03.2011

Difference between COMPLETE and FINISHED.

Today we will start with a joke (joke : piada) (anecdote é uma pequena história verdadeira) that I have just received from a friend:
Difference between COMPLETE and FINISHED
Pure Oxford, and Cambridge language.

People say there is no difference between COMPLETE and FINISHED....
But when you marry the right one, you are COMPLETE...
When you marry the wrong one, you are FINISHED...
And when the right one catches you with the wrong one, you are... COMPLETELY FINISHED.
English is a wonderful language, isn’t it?

Visto que mencionamos as palavras COMPLETE e FINISHED na piada acima, é adequado lembrar que, tanto em português como inglês existem elementos gramaticais (equivalentes) que podem suscitar dúvidas.
Algumas dessas dúvidas podem nos acompanhar por toda a vida ou então até o momento em que um estudioso do assunto nos explique a respeito.
Refiro-me ao fato de que particípios (past participles) (em inglês, os past participles são o que conhecemos como sendo a FORMA 3 das formas básicas) com grande frequência, são idênticos aos adjetivos que lhe deram origem ou vice-versa.
Um excelente exemplo é o que vemos nos avisos das lojas que nos informam se a mesma está fechada ou aberta.
Quando a loja estiver fechada, não temos dúvidas: na plaqueta, o aviso será CLOSED.
Quando a loja estiver aberta, na plaqueta, o aviso será OPEN.
Ora, se as formas básicas do verbo “fechar” são to close, closed, closed, e se as formas básicas do verbo “abrir” são to open, opened, opened, por que, raios, no aviso não está escrito opened?
A resposta é a seguinte: os avisos nas plaquetas não utilizam particípios.
Tais avisos e similares utilizam adjetivos, e adjetivos, às vezes, tem a mesma grafia dos particípios e às vezes, não.
O adjetivo “aberto” é open. O adjetivo “fechado” é closed. Eis a razão do que nos parece uma incoerência.
Então você me pergunta quando é que se utilizam os particípios (past participles). Essa pergunta, geralmente, é uma expressão de indignação, visto que aprendemos tais detalhes gramaticais há algumas décadas e não nos lembramos mais deles.
Mas vamos à resposta: os particípios são partes integrantes (tanto em português com em inglês) de formas verbais compostas.

Quando você diz, por exemplo, “eu não tenho fechado aquela porta ultimamente”, ou “ela não tem aberto a porta dos fundos, como costumava fazer todas as manhãs” você está usando uma forma verbal composta, portanto, está utilizando um particípio.

Em inglês, você usaria, respectivamente, I HAVE NOT CLOSED e SHE HAS NOT OPENED.

Se essa explicação não foi compreendida, mande-me um e-mail para conversarmos mais sobre o assunto. As mensagens dos leitores são sempre bem-vindas, pois nos mostram exatamente onde devemos concentrar as nossas explicações.

Este é o 66º artigo desta série, na qual venho tentando, sempre, tocar nos pontos que causam confusão nas mentes dos brasileiros que se comunicam, bem ou mal, na língua inglesa. Essa tarefa não é difícil, pois tanto o nosso idioma como o inglês são idiomas descendentes do PIE (Proto-indo-europeu) e isso significa que existem muitas similaridades entre eles.

Agora imaginem a situação que teríamos que enfrentar se os orientais, que falam idiomas não descendentes do PIE, ainda não tivessem se dado conta que eles precisam aprender o idioma comercial mais importante do mundo em que vivemos, que é o inglês. O comércio internacional brasileiro com o oriente nem teria começado.
Quando vejo gente abrindo cursos de mandarim, cantonês, japonês e similares, eu simplesmente não entendo o tipo de pesquisa que fizeram antes de tomar tal decisão. No que se refere à China, saiba que os chineses não falam chinês. Tanto quanto eu sei, nem existe um idioma com este nome. Tenho informações de fontes seguras de que um pouco mais de 800 milhões de chineses falam mandarim.
Sei também que mais ou menos 80 milhões falam cantonês. E os outros 400 milhões falam diversos outros idiomas.
Como é que eles se entendem?
Poder-se-ia dizer que não se entendem, mas, devido ao fato da escrita deles ser ideográfica e não fonética, é possível que eles se entendam (muito mal) entre si. Essa afirmação, no entanto, vale apenas para os que são, como diria, alfabetizados? Não, o termo deveria ser ideografados, pois eles não têm um alfabeto fonético, como nós.
Os idiomas chineses utilizam mais de 5.000 ideogramas diferentes. Nós, que falamos português e/ou inglês, usamos apenas 26 símbolos fonéticos.

A China é realmente é um país que escapa à nossa compreensão.
Eu, até hoje, não consigo entender como foi que eles chegaram ao seu número absurdo de habitantes (meu pai, falecido em 1969, os qualificava como A GRANDE AMEAÇA AMARELA).
A China tem mais de um bilhão e trezentos milhões de habitantes, que vivem em uma área de 9.600.000 km². Apenas 13% maior do que a área do Brasil.
A escrita dos idiomas falados na China não é fonética, mas ideográfica. Só isso pode explicar uma certa unidade entre as diversas regiões do país. E você, vai fazer um curso de chinês?
Como eu sei que você não vai cometer tal ato, antes de iniciar ou reiniciar o seu curso de inglês, invista 50 reais e adquira o livro O QUE VOCÊ DEVE SABER ANTES DE ESTUDAR INGLÊS. Se não encontrá-lo nas livrarias especializadas, você pode adquiri-lo pelo correio. Basta me enviar um e-mail e eu lhe remeterei as instruções de compra.

Have a nice weekend.


Tags: Roberto Henry Ebelt, ensino, inglês


Roberto Henry Ebelt é professor, escritor, escreveu uma coluna semanal para o Jornal do Comércio de Porto Alegre entre 2001 e 2013, e é diretor do curso HENRY'S BUSINESS ENGLISH desde 1971.

Seu mais recente livro, O QUE VOCÊ DEVE SABER ANTES DE ESTUDAR INGLÊS, pode ser encontrado nas livrarias Disal, Cultura e SBS ou à rua Hoffmann, 728 em Porto Alegre.

E-mail: roberto@henrys.com.br
Fone (51) 3222-3144
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