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QUANTO CUSTA UM CURSO DE INGLÊS x O PREÇO A SER PAGO POR NÃO FALAR INGLÊS.

Roberto Henry Ebelt

31.08.2012

QUANTO CUSTA UM CURSO DE INGLÊS x O PREÇO A SER PAGO POR NÃO FALAR INGLÊS.

Imagine que você fosse um gaulês na época de Julius Caezar e que você, como bom profissional que é, fosse escolhido pelos romanos para administrar uma das aldeias recém-conquistadas (uma filial do império, em termos atuais). Na hora de assumir o cargo, Julius percebe que apesar de você ter uma boa capacidade de liderança e de ser influente sobre o pessoal daquela aldeia, não consegue se comunicar com o seu superior em Roma. Imagine só para onde iria o seu belo emprego conquistado a duras penas?

Agora transporte-se mais de 2.000 anos para o futuro e veja o que poderá acontecer com você se não falar a língua dos loiros de olhos azuis (os demônios do apeDelta) que promoveram a Revolução Industrial.

Ou, então, imagine-se, como brasileiro, vivendo sob o “democrático” regime teocrático de Ahmadinejad e o caro amigo não falasse farsi*.

*Farsi: n. Persian language spoken in Iran, native name of the language spoken in Iran. As a noun: native or resident of Iran (also Persian).

Por maior que fosse o seu talento, as suas chances de se desenvolver estariam reduzidas a zero.

Agora voltando aos dias de hoje: você já notou que pode estar passando por um problema parecido, se não for fluente em inglês?

Você ainda não é fluente em inglês? O que é que há com você? Não quer progredir como todos os que vivem na sociedade de consumo (consumo do ser humano, como diz o meu amigo, Dr. Roberto Rubbo)?

A melhor idade para aprender inglês, ou um idioma estrangeiro, é até os 10 anos de idade, mas isso não é desculpa para desistir. Qualquer adulto brasileiro que se dedique um pouquinho ao estudo de inglês consegue atingir um nível de comunicação razoavelmente bom em inglês, desde que tenha as suas aulas sozinho e dedique, para cada aula assistida, pelo menos uma hora para estudar por conta própria, sem a assistência de seu professor.

A maioria dos brasileiros ainda não se deu conta que sem saber inglês e informática, o valor de uma pessoa cai a valores insignificantes. Nós já fomos informados disto na década de 60 do século passado através do livro O CHOQUE DO FUTURO de Alvin Toffler. Há mais de 40 anos Toffler afirmou peremptoriamente que no século XXI quem não falasse inglês e não fosse capaz de interagir com um computador seria considerado literalmente um ANALFABETO. Para quem não lembra como dizer ANALFABETO em inglês, informo que a palavra é ILLITERATE.

E Alvin Toffler quis dizer ILLITERATE, mesmo sendo graduado em um curso superior.
Como assustar os meus amigos leitores não adianta nada, pois o assustado fica paralisado, LET US TAKE A LOOK AT THE BRIGHT SIDE OF THE QUESTION (vamos dar uma olhada no lado bom da questão).

O idioma estrangeiro mais fácil para um brasileiro aprender, sem dúvida alguma, é a língua inglesa, a língua dos que levaram a efeito a revolução industrial, dos loiros de olhos azuis que inventaram a locomotiva (Robert Louis Stevenson), o barco a vapor (Robert Fulton), a língua do sujeito que desenvolveu a lâmpada elétrica (Thomas Alva Edison), do sujeito que inventou o ar-condicionado, Willis Carrier, a língua daquele gênio alemão-americano que inventou o maravilhoso PUNCHED CARD, a primeira interface entre o homem e a máquina, Herman Hollerith.

Herman Hollerith (February 29, 1860 – November 17, 1929) was a German-American statistician who developed a mechanical tabulator based on punched cards in order to rapidly tabulate statistics from millions of pieces of data. He was the founder of the company that became IBM.

Na expectativa de ter deixado bem clara a importância do idioma inglês, para nós, brasileiros, em termos profissionais, resta mencionar os prazeres que o ato de estudar nos proporciona. Infeliz daquele que por algum disparate da natureza, chegou ao sucesso sem ter estudado. E isso precisa ser bem esclarecido para os nossos descendentes, pois o sucesso estrondoso do analfabeto bilionário a quem me refiro, sem formação acadêmica, filho de mãe que nasceu sem saber ler nem escrever, transmite a péssima ideia, por ele mesmo difundida, de que é possível atingir o sucesso sem estudo, o que é uma reverendíssima besteira, sem mencionar o fato de que uma pessoa sem um mínimo de educação formal ou pelo menos um pouco de esclarecimento através do autodidatismo, sempre vai comer pela mão dos outros, justamente o fato que mais me assustou durante a primeira década do século 21.

Mas, como eu dizia, além do indescritível prazer que obtemos através do ato de estudar, para nós, que já não somos tão jovens, estudar um idioma estrangeiro ajuda a manter aquele famoso senhor alemão bem distante de nós, a saber, o Dr. Alzheimer. Portanto, vamos estudar inglês. E saliento o seguinte: para adultos, as aulas devem ser obrigatoriamente individuais, pois, desta maneira, o desenvolvimento se dá de uma forma muito mais agradável e proveitosa. Ao argumento de que o custo é muito mais elevado, eu contraponho que o tempo de duração de um curso, até que o aluno atinja o ponto de não retorno é muitíssimo menor. Ou seja, estudar 05 anos em um grupo com 10 pessoas proporciona um desenvolvimento inferior ao que você pode obter em menos de um ano em um curso com aulas individuais. No fim, os preços se equivalem ou o curso individual sai ainda mais em conta. O problema é que o desembolso é feito de uma maneira mais rápida, o que dá a impressão de que ter aulas particulares ou individuais é um processo mais dispendioso, o que não verdade.

Além disso, você sempre pode tentar conseguir uma forma de pagamento que seja mais longa e que, portanto, tornará a mensalidade mais barata. Desculpas não existem. Agora é a hora de tomar a decisão de se tornar fluente em inglês. Mais tarde, quando o cavalo encilhado da oportunidade passar na sua frente e você continuar sendo um monoglota, será tarde demais. Pensem nisso.

Have a nice weekend.
 


Tags: Roberto Henry Ebelt, ensino, inglês


Roberto Henry Ebelt é professor, escritor, escreveu uma coluna semanal para o Jornal do Comércio de Porto Alegre entre 2001 e 2013, e é diretor do curso HENRY'S BUSINESS ENGLISH desde 1971.

Seu mais recente livro, O QUE VOCÊ DEVE SABER ANTES DE ESTUDAR INGLÊS, pode ser encontrado nas livrarias Disal, Cultura e SBS ou à rua Hoffmann, 728 em Porto Alegre.

E-mail: roberto@henrys.com.br
Fone (51) 3222-3144
www.henrys.com.br
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