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Brazil and The Economist.

Roberto Henry Ebelt

21.06.2013

Brazil and The Economist.

A famosa revista The Economist, ao contrário do que muitos pensam, não é uma publicação americana. Vejamos o que a Wikipedia nos diz a respeito:

The Economist is an English-language weekly news and international affairs publication owned by The Economist Newspaper Ltd. and edited in offices in London. Continuous publication began under founder James Wilson in September 1843. For historical reasons The Economist refers to itself as a newspaper, but each print edition appears on small glossy paper like a news magazine, and its YouTube channel is called EconomistMagazine. In 2006, its average weekly circulation was reported to be 1.5 million, about half of which were sold in the United States.

The publication belongs to The Economist Group, half of which is owned by Pearson PLC via the Financial Times. A group of independent shareholders, including many members of the staff and the Rothschild banking family of England, owns the rest. A board trustees formally appoints the editor, who cannot be removed without its permission.

Como viram, metade de The Economist Group pertence a Pearson PLC, que casualmente é proprietária da Person Education que publica o material didático que usamos em nossa escola (Henry's).

Até pouco tempo atrás, a revista tinha uma visão muito otimista do nosso país, mas essa visão não perdura. Vamos dar uma olhada em alguns parágrafos de um artigo publicado em 8 de julho pp. sobre a nossa economia:

BRAZIL’S MEDIOCRE ECONOMY (o título não deixa dúvidas a respeito da mudança).

A fall from grace (pode-se entender essa frase como caindo em desgraça).

How to squander an inheritance—and how easily it could be restored. (Como desperdiçar uma herança – e quão facilmente ela, a herança, poderia ser restaurada - no sentido de recuperada).

ALMOST exactly 20 years ago, in May 1993, Fernando Henrique Cardoso was named as Brazil’s 13th finance minister in as many years, a seemingly hopeless job in a country trapped in hyperinflation, debt and an anachronistic economic statism. Mr. Cardoso’s Real Plan swiftly tamed inflation and took him to the presidency.

A seemingly hopeless job = um emprego aparentemente sem futuro. O adjetivo hopeless significa sem esperança, mas a melhor tradução aqui é sem futuro.

There he laid the foundations for a new Brazil, of stability and liberal economic reform. This success was reinforced by his successor, Luiz Inácio Lula da Silva, a left-wing former union leader (um líder sindicalista de esquerda), whose government saw 30m (30 milhões de) Brazilians get out of poverty.

The trouble is that in Lula’s second term (2007-10) and especially under his chosen successor, Dilma Rousseff, the formula behind Brazil’s success has been slowly abandoned.

The policy secret was simple: inflation targeting by a Central Bank operating with de facto independence; transparent public accounts; a rigorous fiscal target, which brought down the public debt; and a much more open attitude to foreign trade and private investment.

POLICY: esta palavra é um falso cognato, pois parece "polícia", mas seu significado é "política", no sentido de modo agir, diretriz.

But the global recession of 2008-09 prompted (= induziu) Lula and Ms Rousseff to shrug at "decadent liberal economics” and ape (imitar) Chinese state capitalism. The finance ministry wrote vast cheques to boost lending by state banks.

TO SHRUG (vb. regular – as formas dois e três: SHRUGGED) significa DAR DE OMBROS, ENCOLHER OS OMBROS.

TO BOOST (vb. regular): acelerar, reforçar aumentar.

LENDINGS: empréstimos.

APE, como substantivo: MACACO. Como verbo: IMITAR.

The government gave up on market reform, and spent remorselessly. When overheating turned to stagnation (the economy grew by a paltry 0.9% last year), Ms Rousseff publicly chivvied the Central Bank to slash interest rates. When inflation neared the top of its target range (6.5%), she said she cared more about growth. She unleashed a bewildering and ever-shifting barrage of tax breaks (and tariff rises) for favoured industries but failed to balance these with spending cuts. And instead of a clear fiscal target, there are some worryingly Argentine accounting fudges (see article).

TO GIVE, GAVE, GIVEN: dar.

TO GIVE + UP: desistir.

PALTRY: insignificante.

TO CHIVVY: implicar com, incomodar.

TO SLASH: cortar, baixar, reduzir.

INTEREST RATES: taxas de juro.

CARED MORE ABOUT GROWTH: importava-se mais com crescimento.

TO UNLEASH: desencadear.

BEWILDERING: (adjetivo) diz-se de algo confuso e que causa perplexidade, algo semelhante a apagar um incêndio com gasolina.

EVER-SHIFTING: (adj.) diz-se de algo que está sempre mudando.

ACCOUNTING FUDGES: fraudes contábeis.

TAX: não significa "taxa". Seu significado é imposto.

TARIFF: imposto que tem o objetivo proteger. Exemplo: impostos de importação altos protegem as indústrias nacionais (arma extremamente perigosa de usar e da qual o Brasil é usuário intensivo para compensar a absurda carga tributária brasileira e o famigerado custo Brasil).

O artigo do qual apresentamos alguns parágrafos neste texto foi publicado em 8 de junho de 2013. Gostaria de lê-lo reescrito depois das "manifestações" da terceira semana de junho. Se não fosse pelo vandalismo eu diria que elas lembram a "marcha da família com Deus pela liberdade" de 1964.

If you have questions, send me an e-mail.

Have an excellent weekend.


Tags: Roberto Henry Ebelt, ensino, inglês


Roberto Henry Ebelt é professor, escritor, escreveu uma coluna semanal para o Jornal do Comércio de Porto Alegre entre 2001 e 2013, e é diretor do curso HENRY'S BUSINESS ENGLISH desde 1971.

Seu mais recente livro, O QUE VOCÊ DEVE SABER ANTES DE ESTUDAR INGLÊS, pode ser encontrado nas livrarias Disal, Cultura e SBS ou à rua Hoffmann, 728 em Porto Alegre.

E-mail: roberto@henrys.com.br
Fone (51) 3222-3144
www.henrys.com.br
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