RicardoOrlandini.net - Informa e faz pensar - Colunista - THE ORIGINS OF POLITICAL CORRECTNESS.

Últimas notícias

Colunistas

RSS
THE ORIGINS OF POLITICAL CORRECTNESS.

Roberto Henry Ebelt

17.10.2014

THE ORIGINS OF POLITICAL CORRECTNESS.

No momento em que a cidade de Porto Alegre critica de modo desrespeitoso o Exército Brasileiro, mudando o nome da Avenida Castelo Branco, soldado que lutou contra os nazistas na década de 40 na Europa e contra os comunistas de 1964 no Brasil, é interessante lembrar que:

"... É graças aos soldados, e não aos sacerdotes, que podemos ter a religião que desejamos.

É graças aos soldados, e não aos jornalistas, que temos liberdade de imprensa.

É graças aos soldados, e não poetas, que podemos falar em público.  

É graças aos soldados, e não aos professores, que existe liberdade de ensino.         

É graças aos soldados, e não aos advogados, que existe o direito a um julgamento justo.

É graças aos soldados, e não aos políticos, que podemos votar ..."
Afirmações atribuídas a Barack  Obama.                                 

Infelizmente, o moderno é ser politicamente correto, o que nos leva diretamente para um Brasil cada vez mais injusto em que todo policial é ruim e todo bandido é um santinho, vide o caso do estuprador do parque Marinha do Brasil que está solto, pronto para atacar novamente.

Vivemos em plena ditadura do politicamente correto, um contrasenso que teve origem com um daqueles alemães que melhor seria se nunca tivessem nascido. Não estou me referindo a Hitler neste caso, mas ao infeliz do Karl Marx que, na melhor das hipóteses, não se deu conta do mal que produziria nas gerações futuras. Ao estimular a preguiça e a irresponsabilidade de seus seguidores com a pregação de um sistema que pretende tornar iguais os diferentes, o marxismo acabou preservando para seus líderes políticos o poder e a riqueza que, sob o capitalismo, estão nas mãos dos mais capazes e, no Brasil socialista, estão nas mãos dos mais politicamente articulados.

Vamos ao assunto, o discurso intitulado The Origins of Political Correctness.

An ACCURACY IN ACADEMIA address by Bill Lind.

Variations of this speech have been delivered to various AIA conferences including the 2000 Conservative University at American University.

Where does all this stuff  that you’ve heard about this morning – the victim feminism, the gay rights movement,  the invented statistics, the rewritten history, the lies, the demands, all the rest of it – where does it come from?

For the first time in our history, Americans have to be fearful of what they say, of what they write, and of what they think. They have to be afraid of using the wrong word, a word denounced as offensive or insensitive, or racist, sexist, or homophobic.

We have seen other countries, particularly in this century, where this has been the case. And we have always regarded them with a mixture of pity, and to be truthful, some amusement, because it has struck us as so strange that people would allow a situation to develop where they would be afraid of what words they used. But we now have this situation in this country. We have it primarily on college campuses, but it is spreading throughout the whole society. Where does it come from? What is it?

We call it "Political Correctness." The name originated as something of a joke, literally in a comic strip, and we tend still to think of it as only half-serious. In fact, it’s deadly serious. It is the great disease of our century, the disease that has left tens of millions of people dead in Europe, in Russia, in China, indeed around the world. It is the disease of ideology.

PC is not funny. PC is deadly serious.

If we look at it analytically, if we look at it historically, we quickly find out exactly what it is. Political Correctness is cultural Marxism. It is Marxism translated from economic into cultural terms. It is an effort that goes back not to the 1960s and the hippies and the peace movement, but back to World War I. If we compare the basic tenets (principles) of Political Correctness with classical Marxism the parallels are very obvious.

First of all, both are totalitarian ideologies. The totalitarian nature of Political Correctness is revealed nowhere more clearly than on college campuses, many of which at this point are small ivy covered North Koreas, where the student or faculty member who dares to cross any of the lines set up by the gender feminist or the homosexual-rights activists, or the local black or Hispanic group, or any of the other sainted "victims" groups that PC revolves around, quickly find themselves in judicial trouble. Within the small legal system of the college, they face formal charges – some star-chamber proceeding – and punishment. That is a little look into the future that Political Correctness intends for the nation as a whole.

To be continued.

Como é possível ver, a situação nos EUA consegue ser pior do que no Brasil.

Continuaremos com o address (= além de endereço, significa discurso) de Bill Lind na próxima semana.

Have a nice weekend.


Tags: Roberto Henry Ebelt, inglês, artigo, coluna, PontoNET


Roberto Henry Ebelt é professor, escritor, escreveu uma coluna semanal para o Jornal do Comércio de Porto Alegre entre 2001 e 2013, e é diretor do curso HENRY'S BUSINESS ENGLISH desde 1971.

Seu mais recente livro, O QUE VOCÊ DEVE SABER ANTES DE ESTUDAR INGLÊS, pode ser encontrado nas livrarias Disal, Cultura e SBS ou à rua Hoffmann, 728 em Porto Alegre.

E-mail: roberto@henrys.com.br
Fone (51) 3222-3144
www.henrys.com.br
Página no Facebook: https://www.facebook.com/henrysbusinessnglish/?pnref=lhc




Opinião do internauta

Deixe sua opinião

Comemoramos hoje - 21.08

  • Dia da Habitação
  • Dia do Haziel
  • Dia do São Pio X