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Inglês para adultos e crianças.

Roberto Henry Ebelt

31.10.2014

Inglês para adultos e crianças.

Vamos interromper o estudo do discurso de Bill Lind sobre Political Correctness por uma semana e na próxima sexta-feira retornaremos ao assunto.

Há muitos anos as pessoas se perguntam se ensinar dois idiomas simultaneamente para uma criança (ou submetê-la a dois idiomas) não seria prejudicial ao seu desenvolvimento intelectual.

Se havia alguma dúvida a respeito disso, as mais recentes pesquisas indicam que não apenas isso não acarreta nenhum problema, como existe um aspecto muito positivo quando uma criança pode crescer falando dois idiomas, um em casa, por exemplo, e outro na escola. As pesquisas também indicam que submeter um feto a dois idiomas diferentes também tem um aspecto extremamente positivo sobre a capacidade futura de aprendizado deste ser humano. Veja:

BILINGUALISM

TWO years ago at the annual meeting of the American Association for the Advancement of Science (AAAS) Janet Werker, from the University of British Columbia, presented results of a study showing that newborns which had been exposed to two different languages while still in the womb could tell them apart after birth. At this year's (2013) meeting, held on February 14th-18th in Boston, Dr Werker presented her latest findings on bilingual babies. This time, she looked at seven-month-olds to see how they manage to pull off the trick of distinguishing languages before they have any inkling of grammar. She and her colleague Judit Gervain explain that what the children discriminate is prosody, or cues which relate to pitch and duration of words in an utterance. And prosody, in turn, serves as a cue to the acquisition of grammar.

These findings were published in Nature Communications (despite its name, a generalist journal which publishes research from across the sciences) to coincide with the AAAS meeting.

Salvo por razões sentimentais, não se explica porque o segundo idioma de uma criança brasileira não deveria ser inglês, que é indiscutivelmente o idioma das comunicações internacionais.

Na idade adulta, dominar o idioma inglês (ser fluente em inglês) equivale a um segundo título universitário. Inglês é um multiplicador: se o valor intrínseco de um indivíduo no mercado de trabalho é, digamos, 100 dominando a língua inglesa ele passa a valer 200. É claro que se alguém não tem nenhum valor, zero vezes dois (0 x 2 = 0) continua sendo zero.

Na terceira idade, quem já utilizou e praticou inglês durante muitos anos, de acordo com as pesquisas mais recentes, tem significativamente reduzidas as possibilidades de desenvolver doenças tipo Alzheimer. Além disso, o domínio de mais de um idioma posterga sensivelmente a chegada de doenças tipo demência senil o que é extremamente importante quando a expectativa de vida do homo sapiens aumenta a cada ano que passa.

E para quem já está fora de suas atividades profissionais (retired people) e ainda não domina a língua inglesa, o aprendizado deste idioma certamente se constitui em uma atividade altamente recomendada, pois proporcionará o inegável prazer do aprendizado de uma ferramenta que iluminará os seus dias pelo resto da vida, visto que atividades tais como viajar, ler revistas estrangeiras e pesquisar na internet se tornam muitíssimo mais ricas se o individuo souber inglês. Procure informações sobre um determinado assunto na Wikipédia em português, e depois compare o tamanho ou extensão e profundidade do artigo em português com o texto disponível em inglês.

A diferença é gritante, sem mencionar o fato que muitos tópicos nem existem em português. Eu pessoalmente só utilizo Wikipédia em inglês e costumo fazer essas comparações com os textos em português, que são muito úteis quando precisamos fazer uma tradução e não dispomos de um vocábulo específico. Lamento pelos que só podem contar com a pobreza dos textos em português, quando eles existem. Frequentemente determinados artigos só existem em inglês, alemão, francês e, mais raramente, em espanhol.

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Mande-me um e-mail.

roberto@henrys.com.br

Have an excellent weekend.


Tags: Roberto Henry Ebelt, inglês, artigo, coluna


Roberto Henry Ebelt é professor, escritor, escreveu uma coluna semanal para o Jornal do Comércio de Porto Alegre entre 2001 e 2013, e é diretor do curso HENRY'S BUSINESS ENGLISH desde 1971.

Seu mais recente livro, O QUE VOCÊ DEVE SABER ANTES DE ESTUDAR INGLÊS, pode ser encontrado nas livrarias Disal, Cultura e SBS ou à rua Hoffmann, 728 em Porto Alegre.

E-mail: roberto@henrys.com.br
Fone (51) 3222-3144
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