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 Como usar o telefone em inglês se você ainda não é fluente.

Roberto Henry Ebelt

05.12.2014

Como usar o telefone em inglês se você ainda não é fluente.

Recebi o texto abaixo, muito prático, sem informação do autor, e aproveito para partilhá-lo, com alguns acréscimos, com vocês:

Fazer um telefonema em outro idioma é complicado, porque você não vê o rosto da outra pessoa nem vê os lábios dela se movendo. Mas não se preocupe! Eis algumas frases que ajudarão você a começar, desenvolver e terminar a ligação, além de exemplos de respostas que você pode receber. Hoje falaremos sobre como começar o processo. Lembre que as traduções das frases não são literais, são equivalentes adequados:

Como começar o telefonema.

Primeiro: disque o número e quando alguém responder, diga:

“Hello, this is André Silva, calling from Porto Alegre, Brazil

Alô, aqui é André Silva, de Porto Alegre, Brasil.

"Could I please speak to Nadia Lawrence?”

Gostaria de falar com Nadia Lawrence, por favor.

Se você estiver falando com a pessoa certa, ela irá dizer algo como:

“Yes, speaking! How are you? What can I do for you?”

É ela mesma. Como vai? Em que posso ajudá-lo?

Se a pessoa para a qual você está ligando não estiver lá, quem quer que tenha atendido ao telefonema poderá dizer:

1.         “I’m afraid he/she isn’t here at the moment".

Ele/ela não está no momento.

2.         "He’s/she’s in a meeting".

Ele/ela está numa reunião.

3.         "Can I take a message?”

Posso anotar um recado?

4.          “Would you like to leave a message?”

Quer deixar um recado?

5.         “Could you possibly call back in about twenty minutes?”

Você poderia ligar novamente em 20 minutos?

6.         “Hang on, please, I’ll put you through.”

            Aguarde, por favor, eu vou transferir a ligação.

 Obs:   “Hang on” significa "espere um pouco".

7.         “Just a minute, please, I’ll try to connect you.”

Só um momento, por favor. Vou tentar transferir a ligação.

Depois de ouvir uma ou duas das frases acima, você poderá dizer:

1.         “Could you please ask him to call me back as soon as possible?”

Você poderia pedir para ele ligar para mim assim que possível?

2.         “Could she call me back, please? It’s quite urgent.”

Peça a ela para ligar para mim, por favor. É urgente.

Obs:    O advérbio QUITE pode ser interpretado de duas formas diferentes.

Se ele estiver modificando um adjetivo, como URGENT, que não tem um sentido de plenitude ou totalidade, o seu significado é "bastante" – um pouco menos forte que VERY.

Porém de estiver modificando uma palavra com sentido de plenitude, como GRÁVIDA, MORTO, FALIDO o seu significado será TOTALMENTE, COMPLETAMENTE, IRREMEDIAVELMENTE, INDISCUTIVELMENTE.

Exemplos:

  • It's quite urgente = É bastante urgente.
  • His lecture on climate changes was quite interesting = A palestra dele sobre mudanças no clima foi bastante interessante.
  • She is quite pregnant = Ela está indiscutivelmente grávida.
  • That man is quite dead = Aquele homem está inegavelmente morto.

3.         "Could you please give her a message?”

Você poderia dar-lhe um recado?

4.         “What was your name again, please?”

Qual é o seu nome?

5.         “Could you give me your number?”

Qual é o seu número?

6.         “What was it in connection with?”

Sobre o que seria?

Aproveito este momento, que precede períodos de férias e viagens de estudos e cursos intensivos, o que já falei aqui diversas vezes:

Uma das razões dessas "aulas" de inglês é convencer quem me lê de que ter um professor de inglês cujo idioma nativo é o português é 1.000 vezes melhor do que cair nas mãos de um native speaker, mesmo que ele tenha formação para ensinar o seu idioma para estrangeiros, o que é raríssimo encontrar no Brasil. Eu, pessoalmente, nunca encontrei um único nos últimos quarenta anos.

Viajar para o exterior para fazer um curso de inglês nada mais é do que jogar dinheiro na lata do lixo. Aprenda inglês aqui e depois passe um mês nos States, no Canadá, na Inglaterra para praticar e se divertir. Você terá um resultado muito melhor do que teria ao ir para o exterior para aprender inglês. Lá fora é bom para praticar; não é bom para aprender, pois em cursos o seu contato será apenas com outros alunos que provavelmente sabem menos do que você, ou seja, quanto mais aulas, mais você desaprenderá.

Já vi pessoas que voltaram de um curso de inglês nos EUA falando inglês pior do que falavam antes da viagem e com sotaque de japonês, pois o seu grupo de estudos era composto essencialmente de asiáticos. Esses alunos tinham mais contato com quem não falava inglês do que com o professor. Um dos nossos professores, brasileiro, na década de 90, foi a Londres para melhorar o seu já excelente inglês. No terceiro dia de aulas ele desistiu do curso de tão ruim que era.

No próximo artigo daremos continuidade com as possibilidades de desenvolvimento do contato telefônico acima apresentado.

Se quiser fazer alguma pergunta, mande-me um e-mail. Terei o máximo prazer em responder.

Have an excellent weekend.


Tags: Roberto Henry Ebelt, inglês, artigo, coluna


Roberto Henry Ebelt é professor, escritor, escreveu uma coluna semanal para o Jornal do Comércio de Porto Alegre entre 2001 e 2013, e é diretor do curso HENRY'S BUSINESS ENGLISH desde 1971.

Seu mais recente livro, O QUE VOCÊ DEVE SABER ANTES DE ESTUDAR INGLÊS, pode ser encontrado nas livrarias Disal, Cultura e SBS ou à rua Hoffmann, 728 em Porto Alegre.

E-mail: roberto@henrys.com.br
Fone (51) 3222-3144
www.henrys.com.br
Página no Facebook: https://www.facebook.com/henrysbusinessnglish/?pnref=lhc




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