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O sujeito e a vírgula.

Roberto Henry Ebelt

29.05.2015

O sujeito e a vírgula.

Um erro desagradável e facílimo de evitar, tanto em inglês como em português, ao redigir um texto, é separar o sujeito do verbo através de uma vírgula. Na realidade nunca devemos separar o sujeito de uma frase do seu verbo, nem com vírgulas nem com coisa alguma. O problema é que, frequentemente, quem escreve nem se dá conta de qual palavra desempenha a função de sujeito, o que costuma dar origem a frases muito difíceis de entender. Um excelente exemplo encontra-se na primeira estrofe do Hino Nacional. A primeira palavra é OUVIRAM, o verbo da oração. O problema é descobrir o sujeito, isto é, QUEM ouviu. Como o verbo está no plural, logo, por eliminação, chegamos ao sujeito que é AS MARGENS PLÁCIDAS (do Ipiranga).

O problema em identificar o sujeito fica maior quando lidamos com poesias, mas, no dia a dia, basta lembrar que sujeito é quem executa uma ação.  Além disso, em inglês, em frases afirmativas, o sujeito sempre ocorre antes do verbo.

A ordem das palavras em inglês (WORD ORDER) em frases afirmativas sempre é SUJEITO + VERBO + OBJETO.

Na frase JOHN HAS BOUGHT AN EXCELLENT BOOK o sujeito é JOHN; o verbo é HAS BOUGHT e o objeto é AN EXCELLENT BOOK.

Se for necessário explicar quem é JOHN, eu posso, entre vírgulas, dar essa explicação sem cometer a barbaridade de separar o sujeito do verbo. Veja:

JOHN, my younger son, HAS BOUGHT AN EXCELLENT BOOK.

A explicação entre vírgulas não causa nenhuma interrupção no pensamento que estamos expressando, portanto essas duas vírgulas estão perfeitamente bem utilizadas.

FRINGE BENEFIT: Um grande fringe benefit usufruído por quem consegue se comunicar em mais de um idioma é a possibilidade de se comunicar melhor em seu idioma nativo. Portanto, em qualquer época da vida, aprender um novo idioma, além de deixar o estudante mais alerta para as armadilhas que se apresentam para quem se comunica por escrito, também propicia ao aluno a possibilidade de se divertir ao investir em sua própria cultura.

Ao se comunicar, por escrito, especialmente, e oralmente também, se você não deixar bem claro quem é o sujeito da oração, o seu interlocutor terá dificuldades em entender o que você está tentando dizer. Além disso, essa disciplina (no ato de se comunicar) obriga-o a organizar de maneira correta a ideia que deseja transmitir.

A hora certa é agora: invista em sua saúde mental aprendendo um novo idioma. Já existem estudos indicando que o domínio, ou aprendizado, de um segundo idioma, mantém mais afastado um dos grandes temores de quem já não é mais tão jovem, a saber, a doença descoberta pelo Dr. A. Alzheimer.


Dr. Aloysius Alzheimer (14 June 1864 – 19 December 1915).

Have an excellent day today.


Tags: Roberto Henry Ebelt, inglês, artigo, coluna


Roberto Henry Ebelt é professor, escritor, escreveu uma coluna semanal para o Jornal do Comércio de Porto Alegre entre 2001 e 2013, e é diretor do curso HENRY'S BUSINESS ENGLISH desde 1971.

Seu mais recente livro, O QUE VOCÊ DEVE SABER ANTES DE ESTUDAR INGLÊS, pode ser encontrado nas livrarias Disal, Cultura e SBS ou à rua Hoffmann, 728 em Porto Alegre.

E-mail: roberto@henrys.com.br
Fone (51) 3222-3144
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