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Língua escrita x língua falada. Textos religiosos. Parte 2.

Roberto Henry Ebelt

30.06.2017

Língua escrita x língua falada. Textos religiosos. Parte 2.

The King James Version (KJV), also known as the King James Bible (KJB) or simply the Authorized Version (AV), is an English translation of the Christian Bible for the Church of England.

The translation was begun in 1604 and completed in 1611. The books of the King James Version include the 39 books of the Old Testament, an intertestamental section containing 14 books of the Apocrypha (most of which correspond to books in the Vulgate Deuterocanon adhered to by Roman Catholics), and the 27 books of the New Testament.

It was first printed by the King's Printer Robert Barker and was the third translation into English approved by the English Church authorities. The first had been the Great Bible, commissioned in the reign of King Henry VIII (1535), and the second had been the Bishops' Bible of 1568. In January 1604, James VI and I convened the Hampton Court Conference, where a new English version was conceived in response to the problems of the earlier translations perceived by the Puritans, a faction of the Church of England. The translation is noted for its "majesty of style", and has been described as one of the most important books in English culture.

The title page to the 1611 first edition of the Authorized Version of the Bible by Cornelis Boel shows the Apostles Peter and Paul seated centrally above the central text, which is flanked by Moses and Aaron. In the four corners sit Matthew, Mark, Luke and John, authors of the four gospels, with their symbolic animals. The rest of the Apostles (with Judas facing away) stand around Peter and Paul. At the very top is the Tetragrammaton* written with Hebrew diacritics.

*Tetragrammaton: quatro letras ou “que contém quatro letras”. Seriam as letras que, em hebreu, descrevem o nome da deidade do Velho Testamento, geralmente transliteradas nas letras latinas YHWH. Representa um dos nomes de Deus usado na Bíblia hebraica. O nome, acredita-se, deriva de um verbo que significa SER, EXISTIR, CAUSAR A EXISTÊNCIA, VIR A SER.

James gave the translators instructions intended to ensure that the new version would conform to the ecclesiology and reflect the episcopal structure of the Church of England and its belief in an ordained clergy. The translation was done by 47 scholars, all of whom were members of the Church of England. In common with most other translations of the period, the New Testament was translated from Greek, the Old Testament from Hebrew and Aramaic, and the Apocrypha from Greek and Latin. In the Book of Common Prayer (1662), the text of the Authorized Version replaced the text of the Great Bible for Epistle and Gospel readings (but not for the Psalter, which substantially retained Coverdale's Great Bible version) and as such was authorized by Act of Parliament.

By the first half of the 18th century, the Authorized Version had become effectively unchallenged as the English translation used in Anglican and English Protestant churches, except for the Psalms and some short passages in the Book of Common Prayer of the Church of England. Over the course of the 18th century, the Authorized Version supplanted the Latin Vulgate as the standard version of scripture for English-speaking scholars. With the development of stereotype printing at the beginning of the 19th century, this version of the Bible became the most widely printed book in history, almost all such printings presenting the standard text of 1769 extensively re-edited by Benjamin Blayney at Oxford, and nearly always omitting the books of the Apocrypha. Today the unqualified title "King James Version" usually indicates that this Oxford standard text is meant. (Wikipedia).

É interessante lembrar que a influência de textos escritos sobre a língua falada é uma novidade do século vinte, quando mais pessoas passaram a dominar a parte escrita de um idioma. Quando mais de 90% da população é analfabeta, essa influência é praticamente inexistente. Um interessante fenômeno já está em andamento no presente momento: a simplificação do idioma escrito devido ao intensivo uso de smartphones. Visto que digitar em um teclado virtual minúsculo não é fácil, a tendência é que as complicações caraterísticas do nosso idioma sofram uma simplificação significativa, embora os corretores (adivinhadores) de texto possam atrasar esta tendência. Num teclado virtual não há lugar para uma segunda letra C tal como o Ç. Os sinais diacríticos (^ - ~- `- ´) também não existem nestes teclados. Muitos já substituíram a terceira pessoa do singular do verbo SER (é) por (eh) e assim por diante. Pergunto-me se a crase continuará existindo em 2030. Essa tendência de simplificar a língua escrita já ocorre em inglês há muito mais de 50 anos. Em 1968, quando estive em Los Angeles pela primeira vez, fiquei surpreso com a grafia NITE para a palavra NIGHT, com a grafia XING para a palavra CROSSING. Com a grafia PED para a palavra PEDESTRIAN (em sinais de trânsito, onde frequentemente lia PED XING para indicar PEDESTRIAN CROSSING). E não acreditei que XMAS pudesse ser uma abreviação para CHRISTMAS e Xoxo, uma forma abreviada para terminar uma mensagem informal indicando HUGS AND KISSES.

É notável a influência dos textos sagrados do cristianismo sobre o desenvolvimento da língua inglesa e também sobre o desenvolvimento da língua alemã, fruto da tradução de Martin Luther, completada em 1534 e que estabeleceu o que conhecemos como HOCH DEUTSCH, HIGH GERMAN OU ALTO ALEMÃO como a língua literária alemã de nossos dias. Não há como menosprezar o papel do cristianismo no atual mundo ocidental, algo que parece ser o principal objetivo das religiões muçulmanas atualmente.

Minha conclusão: sempre haverá um nível formal, tanto falado como escrito, para distinguir as pessoas com educação formal daqueles sem uma educação formal. Por isso, tome cuidado com você escreve e com aquilo que você escreve. Não deixe de informar seus filhos da importância das variações formais dos idiomas que eles falam.

Have and excellent day today, and remember that mastering a second language, at least, doubles your amount of culture and you own “market value”.


Tags: Roberto Henry Ebelt, inglês, artigo, coluna, Ebelt


Roberto Henry Ebelt é professor, escritor, escreveu uma coluna semanal para o Jornal do Comércio de Porto Alegre entre 2001 e 2013, e é diretor do curso HENRY'S BUSINESS ENGLISH desde 1971.

Seu mais recente livro, O QUE VOCÊ DEVE SABER ANTES DE ESTUDAR INGLÊS, pode ser encontrado nas livrarias Disal, Cultura e SBS ou à rua Hoffmann, 728 em Porto Alegre.

E-mail: roberto@henrys.com.br
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