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Kit Anti-Gay  -- Brasil Ridículo

Carlos Mello

01.06.2011

Kit Anti-Gay -- Brasil Ridículo

É impressionante o nível de baixaria que chegou o governo brasileiro. A impressão que deixa é que não existe ninguém com o mínimo de bom senso no comando de uma área que deveria ser importante como a educação, provavelmente se o ministro fosse o Tiririca talvez não ocorresse tanta palhaçada.
Existe uma tentativa de pequenas minorias, que se aproveitam da filosofia governamental de privilegiar os menos competentes por entender que assim se faz política social, de tentarem dominar a maioria parva da população brasileira. Mas daí quererem fazer uma lavagem cerebral nas crianças para mostrar um comportamento excepcional como sendo normal, resvalaram para a pior chinelagem intelectual.

Não deve ser confundido ser contra uma ação ridícula como este Kit Gay, que também não tem nenhuma relação com ser homofóbico, com falta de respeito aos homossexuais. Até não entendo como existem alguns que se dizem machos, que agridam e até matem pessoas gays. Assim agindo ao contrário da lógica, pois quanto mais gays tiverem mais mulheres sobrarão, por isto acho que estes grupos na verdade são gays enrustidos que querem eliminar a concorrência.
Violência contra homossexuais deve ser combatida de qualquer jeito, para isto existe polícia e leis. Não ser violento para com qualquer grupo, animais e natureza requer somente EDUCAÇÃO, só isto.

Convivo com vários amigos gays sem absolutamente nenhum problema, isto porque existe RESPEITO, eu jamais iria tentar impor meu gosto heterossexual para eles. Isto é uma coisa bem simples, chama-se EDUCAÇÃO.
Mas apresentar homossexualismo, que é excepcional, como normal é inverter a natureza e falsificar a verdade. E apresentar este quadro falsificado para crianças deveria ser crime.

Concordo que não podemos aceitar que a pequena e espalhafatosa comunidade homossexual seja tratada com desrespeito, como nenhuma outra comunidade, pois existe uma diversidade cultural em que todos tem direito a fazer suas opções de vida. Isto é bem diferente de quererem impor uma sociedade de pensamento único. Estas minorias também têm que respeitar a sociedade para então sim cobrar respeito, e para isto não há necessidade de se criar qualquer Kit.

Bom senso substituiria todas as desnecessárias pressões feitas pelos religiosos e suas cambadas de políticos, Pois eles não tem moral para defender as famílias, que se autodenominam serem representantes. Isto porque os padres são uma das maiores fontes de pedofilia e os outros religiosos são os maiores ladrões das famílias através do embuste de suas fábricas de milagres feitos sob medida para os seus “cordeiros”
É uma pena que a desistência do governo em não distribuir esta propaganda dos grupos gays não tenha sido pelo bom senso, mas por chantagem dos crentes que ameaçavam aprovar uma investigação parlamentar sobre os milagres do Super Gênio Palloci.

A educação não anda bem, os professores são mal remunerados, a estrutura das escolas são precárias. Com tantos problemas e o MEC se preocupando com "KIT GAY" tentando justificar que um homem beijar o outro em público é a coisa mais natural, Claro que não é. Nenhum gay com bom nível intelectual deve concordar com isto.
O propósito deste kit é colocar as crianças como se tivessem assistindo alguma novela ou Big Brother, onde é normal apresentarem gays como sendo uma coisa glamorosa.

Se for para se preocupar com problemas então porque não enfrentam os de alunos trocando de série sem saber escrever corretamente. Porque não fazerem um programa para aprenderem a rejeitar a abordagem de pedófilos, evitar álcool e drogas, melhora das merendas e não através de uma apologia a um comportamento de uma minoria. Assim fugindo do seu papel de educar, confundindo com o de opinar e disseminar material que seja a favor ou contra a homossexualidade de um indivíduo. Nessa questão, a escola deve se manter imparcial

Mesmo que a homofobia chegasse a um ponto que fosse necessário o governo intervir em alguma escola, que não é o caso, Jamais deveria entregar aos gays xiitas e organizações tendenciosas para criarem ridículas histórias fantasiosas de jovens gays se apaixonando.
O mesmo líder gay que foi o principal articulador da PL-122 (lei anti-homofobia) e do kit-gay, Luiz Mott, já fez várias declarações apoiando que adolescentes tenham liberdade para fazer sexo com adultos!!! Vejam as suas afirmações tiradas de seu blog:
“Nos últimos 36 anos de prática homoerótica, calculei que devo ter transado mais ou menos com uns 500 homens diferentes”.
“Eu fui casado cinco anos, tenho duas filhas e sou bichona”
“... o que eu queria mesmo não era um “homem” e sim um meninão. Um “efebo” do tipo daqueles que os nobres da Grécia antiga...”
É esse o nível das pessoas que criaram este kit-gay querendo inverter uma verdade de mostrar as exceções como se fossem coisa super natural. Mais um pouco e esta tentativa de ditadura gay vai tentar convencer que homem e mulher não são naturais.

Só para deixar bem esclarecido:
Não se trata de ser contra o homossexual, cada um faz o que quer com seu corpo. O que não pode é levar isso para as escolas. Gays têm que ser respeitados e também respeitarem, assim como qualquer grupo social. Se o governo quiser fazer alguma coisa na educação que seja disponibilizando melhores ferramentas para facilitar o ensino dos alunos. Pois somente pela EDUCACÃO as pessoas aprendem a respeitar. É simples assim.


Tags: Carlos Mello, artigo


Carlos Mello é formado em Economia pela UFRGS, trabalha com Avaliações Financeiras e Cálculos Periciais. Reside em Porto Alegre.

Email: carlosmello@ufrgs.br
Telefone: (51) 99113-2232




Opinião do internauta

  • Maria Gourgues (06.06.2011 | 09.15)
    Procurei na Internet e fiquei impressionada com o baixo nível deste Luiz Mott do movimento gay baiano. A educação estar aceitando colaboração deste tipo de pessoa é assustador. A educação devia ser regionalizada e não centralizada. Nisto acho que deveríamos ser separatistas. Cada Estado com sua qualidade.
  • ELIGIO CALLIGARIS (04.06.2011 | 15.13)
    Gostei demais deste artigo e concordo plenamente: achar que o homossexualismo è coisa normal ao ponto de receber divulgação, é demais, coisa digna de intelectualóides desprovidos de bom senso. Por outro lado, é justo respeitar a opção de quem quer que seja... Achei que o Carlos Mello deu uma escorregadinha ao achar que os Padres são um grupo entre os maiores pedófilos. Falta fazer estatísticas, pois nos Estados Unidos, são os bombeiros e outros grupos. O que acontece é que a Igreja Católica é a mais combatida, por um grupo desejoso de ganhar dinheiro... Quando um Padre é envolvido, certa imprensa "não sai do pé". Nos Estados Unidos, muitos foram justiçados, depois de mortos, sem poderem se defender, pois as leis não seguem o modelo Romano. Com isso não quero defender os Padres Pedófilos, pois eles são os traidores da Igreja. Somente que o espalhafato que certa imprensa faz, dá a entender que todos os Padres são.
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