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TEORIA DE GÊNERO – Uma Pseudociência.

Carlos Mello

09.07.2015

TEORIA DE GÊNERO – Uma Pseudociência.

Esta teoria que o atual governo brasileiro está propondo para a sociedade como uma “inovação” tem que ser abordada pelo seu lado científico.

Parte científica da Teoria de Gênero: NENHUMA.  Isto mesmo. NENHUMA.

A comunidade científica internacional não aceita Teorias baseadas em pesquisas empíricas. Então só em propor a implementação de algo como integrante das diretrizes escolares que não seja apoiado em credenciais cientificas é um EMBUSTE. Pois trata-se de uma Falsa Ciência.

Esclarecendo o que diz esta piada, quer dizer, esta teoria:

Sustenta, fundamentalmente, que a feminilidade e a masculinidade não seriam determinadas basicamente pelo sexo, apesar de as pessoas nascerem homem e mulher, essa diferenciação não corresponderiam necessariamente à sua natureza biológica, mas seriam meras construções culturais forçadas que criam estereótipos que as sociedades atribuem através do meio, da família e da cultura. Por exemplo: As vestimentas, os brinquedos, as cores, etc. São escolhidas pelos pais e não pela da criança.

Seria como dizer que o humano nasce como um ser “genérico” e como seu verdadeiro sexo é definido por influencia do meio, teria que se alterar o termo “sexo” para “gênero”, e com isto se faria uma reorientação na educação.

Estranho é a incoerência de quem apresenta esta lei. É uma deputada esquerdista que é contra a redução da maioridade penal, mas defende que se um menor de 16 anos não tiver apoio dos pais para fazer uma cirurgia de mudança de sexo, que um juiz possa determinar o seu desejo.

Essa mesma deputada defende que menor não tem maturidade para responder criminalmente, mas como pode ter para fazer uma alteração sem retorno no seu corpo? Na época das eleições ela deve achar que os jovens sofrem uma mudança biológica mágica momentânea de maturidade.

Resumindo:

Uma menina não foi obrigada a ser menina, e tratar esta naturalidade como um problema de desigualdade é coisa que qualquer pessoa sensata não aceita, então alguns “entendidos”, de forma covarde, tentam impor esta aberração nas escolas porque lá estarão longe dos pais e as crianças são presas fáceis de serem influenciadas.

Esta Falsa Ciência quer colocar como se o conceito de homem e mulher fosse uma coisa forçada, imposta pela cultura. Realmente o ambiente onde vivemos nos impõe noções de comportamento, fazem lavagens cerebrais como as crendices religiosas e moldam tradicionalismos regionais, mas a sexualidade é completamente diferente, SE NASCE COM UMA.

Se não gostar ou discordar do que herdou naturalmente isto sempre será uma exceção, que deverá ser respeitada, mas que não tem absolutamente nada a ver com alguma fobia, intolerância ou desrespeito e muito menos que o governo tenha que substituir as famílias e orientar como ele entende.


Tags: Carlos Mello, artigo


Carlos Mello é formado em Economia pela UFRGS, trabalha com Avaliações Financeiras e Cálculos Periciais. Reside em Porto Alegre.

Email: carlosmello@ufrgs.br
Telefone: (51) 99113-2232




Opinião do internauta

  • Maria Gourques (12.07.2015 | 15.50)
    Eu estava gostando desta Teoria de Gênero, Ei iria entrar numa loja chique e escolher uma joia bem cara. Na hora de pagar iria dizer que eu verdadeiramente sou uma rica no corpo de uma pobre. Se não me dessem iria processar por alguma lei anti qualquer fobia. Muita palhaçada.
  • Roberto Henry Ebelt (10.07.2015 | 20.15)
    Como sempre, irretocável. No futuro poderás abordar a origem deste contra senso que, sem dúvida, está na correção política que, por sua vez, começou com aquele alemão que vivia às custas de Friedrich Engels.
  • Resposta do Colunista:

    Sim Maria, pois aplicando a mesma lógica da teoria tu serias uma rica num corpo de pobre e terias o direito de “corrigir” isto.

    Bem pensado Maria.

    Obrigado pela participação.

  • Resposta do Colunista:

    A origem eu coloco na falta do que fazer e à burrice crônica deste grupo em querer inventar besteira sem terem qualquer competência.

    Eu acho que ela quis imitar esta ideia da Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca e Islândia, mas esqueceu de ver que eles estão abandonando isto porque viram que foi um erro. https://padrepauloricardo.org/blog/documentario-expoe-farsa-do-genero-na-noruega

    Mas que maldade dizer “aquele alemão” (Marx) era sustentado pelo Engels. Só porque ganhava tudo para dizer o que o Engels gostava e depois continuou a escrever e ainda criou os volumes dois e três e publicou com o nome de “O Capital”. E que apesar de estar completamente ultrapassado ainda é fonte de inspiração de muito esquerdistóide. Pura maldade. He he.

    Obrigado pela participação.

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