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Brian está no paraíso

Carlos Mello

26.11.2015

Brian está no paraíso

Esta frase é da brasileira Ozana Rodrigues, que nasceu no Rio de janeiro e atualmente mora na Bélgica, quando foi informada de que seu filho de 22 anos, Abu Qassem Brazili, belga de ascendência brasileira que era membro do grupo de criminosos Califado Islâmico na Síria, tinha “ido para o céu”.

Ela está feliz porque ele, como mártir, deve estar no Paraíso desfrutando de suas 72 virgens que o esperavam com potes de mel, conforme acreditam os idiotas muçulmanos.

Isto mostra como as crendices religiosas, incrivelmente depois de milhares de anos, continuam alimentando a ignorância e trazendo prejuízos à humanidade. E os pais, por conta desta ignorância, transmitem sua ridícula religiosidade para os filhos, e estes, quanto mais fracassados mais sensíveis são para absorver esta lavagem cerebral para, junto com covardia e inveja, usar em prejuízo dos que são mais felizes. Por isto que gostam de atacar em festas, bares, shows, etc. Este é o objetivo destas pragas que são as religiões.

Como questionar seus dogmas é impensável e até muito mal visto pelos religiosos, esta perda da capacidade de raciocínio pelos crentes em amigos imaginários é tão influente nas mentes menos inteligentes que não se dão conta das risíveis infantilidades de seus livros sagrados.

Na Internet e redes sociais, onde o nível dos leitores é bem maior dos que assistem televisão ou leem jornais, devido a interatividade, ainda assim apareceram várias postagens pedindo orações pelos franceses assassinados. Se pensassem veriam que o Deus para o qual eles querem rezar é exatamente o mesmo que os terroristas muçulmanos rezaram e foram atendidos, tanto que foram vitoriosos nas suas ações em Paris na sexta dia 13 Nov 2015.

Só lembrando que o Deus dos muçulmanos é o mesmo Deus dos Cristãos e Judeus, pois foram criados baseadas no conto do personagem Abraão, aquele que deixou de adorar o Deus “Elohim”  trocando pelo  Deus “El-Chadai“, que significa o “Todo Poderoso”. Mas é mais conhecido por seu ataque esquizofrênico de quase matar seu filho porque disse ter escutado um pedido do seu Deus, mas depois de amarrar o filho e preparar a facada, apareceu seu “amigo” Deus e disse que era só uma pegadinha para comprovar sua fidelidade.

Também sobre a recompensa destas 72 virgens, é coisa de quem acredita sem a mínima reflexão sobre algo tão ridículo, para as mulheres nem uma premiação de um fogão de 72 bocas está previsto..

Depois deveriam no mínimo pensar de onde sairiam 72 mulheres virgens para cada homem neste paraíso? São as almas das mulheres que morreram imaculadas que vão ao céu servir os mártires?  Mas se o corpo fica aqui, como uma alma (outra invenção religiosa) faria pornografia celestial? Mas pensar não é uma ideia usual entre os crentes, até porque se começar a pensar e questionar logo vira ateu, e geralmente são os mais radicais devido descobrirem que foram enganados.

Isto de ficar feliz porque um filho ingênuo, fracassado e covarde morre quando, ao invés de estar fazendo algo de útil, estava junto com assassinos mostra que a continuidade da civilização como a conhecemos deveria se empenhar em extinguir este mal de crendices que ensinam tolices através de livros sagrados e contos exageradamente infantis sobre superstições e profetas escritas há milhares de anos por tribos de ignorantes.

Atualmente, quanto mais cedo a humanidade se livrar das religiões mais paz, liberdade e progresso conquistaremos, porque essa passividade com nossos traços da época das cavernas só fazem alimentar o terrorismo.


Tags: Carlos Mello, artigo, coluna


Carlos Mello é formado em Economia pela UFRGS, trabalha com Avaliações Financeiras e Cálculos Periciais. Reside em Porto Alegre.

Email: carlosmello@ufrgs.br
Telefone: (51) 99113-2232




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