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Existe uma esperança.

Carlos Mello

24.03.2016

Existe uma esperança.

Estamos numa época em que é impossível não abordarmos o tema da politica, de não tomarmos uma posição, é muito difícil se acovardarmos e fingir que nada está acontecendo. E para piorar temos plena consciência de que não existe futuro, que estaremos sempre amarrados ao atraso com o atual sistema onde estamos reféns de políticos populistas que formaram uma casta e estão longe de representar os anseios do povo, todos são corruptos que se vendem para manter o que recebem indevidamente, pois são tão desonestos que definem seus próprios salários sem qualquer pudor ou consideração com os contribuintes, e isto NUNCA vai mudar, pois eles mesmos que criaram mecanismos para perpetuarem essa agressão desonestidade.

Na verdade existe interesse dos políticos em manter o povo pobre e ignorante, isto é pura lógica, pois os miseráveis e ignorantes são maioria, são onde arrecadam votos e são os mais fáceis de serem enganados. Então usando pura dedução se conclui que não existe interesse real de acabar com a pobreza, transformar os pobres em classe média é uma piada criada pelo atual governo, pois seria matar a galinha dos ovos de ouro.

Então quando se fala que existe alguma esperança parece mais conversa de algum populista dizendo mentiras para uma plateia que gosta de ser enganada, isto porque qualquer ser pensante nesta republiqueta sabe que não existe esperança, pois os que comandam espertamente criaram um sistema em que qualquer ameaça aos seus privilégios apelam para o que chamam de Cláusula Pétrea, que é o mesmo que dizer que é imutável.

Mas existe uma saída sim. Atualmente muitos estão se dando conta que essa situação sem futuro é porque não vislumbramos mudar de estrutura, mudar tudo e começar do zero.

Isto é possível sem ser através de uma revolução de verdade?

Sim. É possível!

Alguns detalhes a serem considerados num ambiente de esperança:

Em 2015 a Região Sul (RS, SC e PR) teve confiscado por Brasília, (arredondado) R$ 100.000.000.000 (Cem bilhões) e recebemos de volta R$ 22.726.000.000, ou seja, devolveram 24%.

Somente para comparar:

Quando pertencíamos a Portugal pagávamos 18% de impostos.
A Inconfidência Mineira foi pelo quinto, ou seja: 20%.

A Revolução Farroupilha aconteceu por 15%.·.

Agora só para Brasília deixamos 76%.  Aqui esta a parte econômica do problema e mostra como seria uma solução lógica. Dar uma basta nessa espoliação.

Então a ÚNICA SOLUÇÂO é...      Continua na próxima crônica.


Tags: Carlos Mello, artigo, coluna


Carlos Mello é formado em Economia pela UFRGS, trabalha com Avaliações Financeiras e Cálculos Periciais. Reside em Porto Alegre.

Email: carlosmello@ufrgs.br
Telefone: (51) 99113-2232




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