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Existe uma esperança parte 02.

Carlos Mello

07.04.2016

Existe uma esperança parte 02.

Então a ÚNICA SOLUÇÂO é começar do zero, igual a uma construção em que existem muitos erros. Não vale a pena reformar, tem que se desmanchar e começar de novo porque Secessão não pode significar a mesma coisa em escala menor. Ainda assim seria uma melhora, mas a pretensão do Sul é chegarmos ao time do primeiro mundo em uns vinte anos no máximo, então para isso se deveria varrer completamente qualquer tipo de conservadorismo político.

Aqui se considerando o conservadorismo no aspecto etimológico da palavra, ou seja, terminar com o que os parasitas e políticos querem conservar, como conceitos de funcionalismo público, direitos adquiridos, estabilidades, corporativismos, estatais, Judiciário com juízes eternizados como funcionários públicos, pensões nababescas, políticos determinando os próprios salários, etc.

O que precisamos é mudar a ideia de País, de Políticos, Economia, Educação, Tamanho do Estado, Federação, Segurança Interna e Externa, de Forças Armadas, Carga tributária, ...de tudo. Isto é IMPOSSÌVEL de acontecer num País imenso comandado por políticos sem representação e ainda assim completamente desproporcionais.

Se a terra é nossa porque aceitamos ser escravizados entregando 76% da nossa renda para um ilha no meio do brasil?

Porque não podemos ter um exército formado por toda uma população armada e treinada para a defesa, como a Suíça ou Israel, por exemplo, e não um regular sem ter o que fazer e custando caríssimo pelo ócio? Isto evita gastos desnecessários, imobilizaria toda a população na defesa e já seria um tipo de dissuasão para qualquer agressão externa, pois nada melhor que uma população armada e treinada defendendo sua Pátria.

Porque não elegermos juízes por contrato de cinco anos e depois serem trocados por outros através de concursos? Ter funcionários públicos com salários nunca superiores a dez salários Mínimos (Incluindo tudo), já que nesta faixa estão todos os que realmente rendem e interessam à população?

Claro que sempre prezando a liberdade. Se estiverem insatisfeitos terão total liberdade para procurarem outro emprego que pague o que acham que merecem.

Aqui caberiam dezenas de ideias básicas como fim de Foro Privilegiado; Corrupção ser Crime Hediondo; Voto facultativo; Redução de Impostos; Fim de políticos julgando políticos; Fim do apadrinhamento de Juízes; Sem desarmamento da população; Vereadores sem remuneração; Formarmos uma Federação de fato onde cada cidadão valha um voto; etc.

É impossível chegarmos ao primeiro mundo forçando uma união de regiões completamente diferentes. Isto tem nada a ver com algum sentimento de superioridade ou algo parecido. Não é para deixarmos de falar português e odiar o resto do Brasil. É para cada País que se formar cuidar da sua administração e gerir seus recursos. Ninguém pode argumentar ou apontar sequer um motivo moral para existir um povo onde os impostos arrecadados não sejam dos que os geraram.

O exemplo mais ilustrativo dessa espoliação e o Estado de São Paulo onde é pilhado em 92% de seu trabalho. Aqui na Região Sul somos roubados em 75% do que geramos.

Assim não existe futuro, na pior das hipóteses melhoraríamos milhares por cento, mesmo considerando todas as opções possíveis.

Atualmente estamos numa fase de esclarecimentos para buscar apoio do maior número de cabeças pensantes possíveis. Então necessitamos usar a inteligência e o bom senso, por isto não pregamos abruptas quebras institucionais, e sim num período de uns cinco anos para criarmos a nossa nação livre conforme nosso direito a autodeterminação prevista na ONU.

É bom lembrar que depois de mais de cem anos, não estamos mais sozinhos, atualmente existem vários movimentos separatistas no brasil que acordaram para a realidade de que está chegando a época de deixarmos de ser espoliados, de conquistarmos nossa liberdade dispensando a parasitária Ilha de Brasília.

Separatismo é a ÚNICA solução.


Tags: Carlos Mello, artigo, coluna


Carlos Mello é formado em Economia pela UFRGS, trabalha com Avaliações Financeiras e Cálculos Periciais. Reside em Porto Alegre.

Email: carlosmello@ufrgs.br
Telefone: (51) 99113-2232




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