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O Islamismo, Comunismo e Socialismo estão unidos umbilicalmente.

Carlos Mello

17.10.2017

O Islamismo, Comunismo e Socialismo estão unidos umbilicalmente.

Difícil de acreditar que em pleno século 21, uma época de conhecimento e tecnologia, ainda existam religiões. Atualmente as principais são o Hinduísmo com 3500 anos; Budismo com 2500 anos; As abraâmicas Cristianismo, Islamismo e Judaísmo com dois mil anos; Espiritismo com 170 anos e a mais nova desta lista, o Comunismo com 100 anos.

Todas tiveram seu passado de intolerância e barbárie, com exceção do islamismo e comunismo que ainda mantem essa filosofia. E também todas elas, se pudessem, transformariam o mundo numa teocracia segundo seus dogmas.

O avanço do aumento cultural e científico, principalmente no Ocidente, fez com que o secularismo dominasse os ímpetos ditatoriais das seitas que acreditam em deuses celestiais, com exceção do islamismo.

O comportamento do islã é explicável porque, diferentemente das outras seitas, não nasceu com uma mensagem de aglutinar pessoas e sim de conquistar e dominar  utilizando-se de um tipo de filosofia que junta crendices com Estado, e com isto nasceu a ideia comunitária de arranjo social, que inevitavelmente leva a supressão das liberdades, amoralidade das instituições, desarmamento das populações, eliminação dos que não se sujeitam aos seus conceitos e assim manter um poder totalitário sobre os subjugados.

Todas as religiões são embustes, e as mais antigas enfrentam dificuldades em sustentar suas ridículas fábulas exageradamente infantis e completamente desacreditadas nos dias atuais onde narrativas como as de mães virgens, anjos, amigos alienígenas invisíveis que moram nas nuvens, milagres, paraísos depois da morte, etc. são motivos de deboche.

Então estas crendices estão fadadas ao desaparecimento, é questão de mais alguns poucos anos.

Mas como existe um número ainda muito grande de pessoas que são desinformadas, carentes e inseguras, elas precisam de acreditar em algo, de terem alguma esperança, que falem o que querem ouvir, mesmo que sejam enganadas.

Neste ambiente surgiu esta nova religião chamada comunismo, que tem todos os ingredientes das tradicionais como lavagem cerebral, líderes carismáticos e populistas enganadores, promessas de paraísos inexistentes, etc.

Mas com um diferencial imenso em relação as demais religiões: Esta seita não se apresenta como uma religião, mas como uma Ideologia que trará justiça social aqui na terra e a transformará num Éden ainda nesta vida.

O que prometem é teoricamente possível de ser realizado. Seus líderes não são invisíveis, eles aparecem, moram neste planeta, se comunicam com seus adoradores. Enfim, EXISTEM de fato.

E qual a ligação desta nova religião comunismo com o islamismo?

Fora a ridícula parte celestial das demais, ela tem os mesmos princípios:

- Justificar mortes para se impor. Sua ideologia foi responsável por mais de noventa milhões de assassinatos, sendo a maioria na União Soviética e na China.

- Usam a lavagem cerebral desde a infância.

- Odeiam aos judeus. Onde governam sempre apoiam grupos terroristas que atacam Israel.

- Sempre vivem dependendo do Estado, por isto defendem Estados grandes, intervencionistas e burocratas.

- Pregam o desarmamento da população como uma maneira de dominar. É um tipo de capitulação da sociedade ao Estado, eliminando qualquer resistência.

- Perseguem quem não concorde com suas determinações chamando-os de “conservadores”, “do outro partido”, “oposicionistas”, “inimigos”, etc. Por pouco não chamam de “infiéis”.

- Usam o populismo para atrair pessoas humildes fanatizando-as através de mentiras.

- São anticapitalistas e tem como princípio desconstruir a economia de mercado substituindo pelo intervencionismo estatal.

- Seus líderes são completamente incoerentes, pois pregam uma igualdade social, enquanto eles vivem como uma casta de privilegiados.

- Suas várias correntes, como nazismo, fascismo, brigam entre si visando cada uma impor sua ideologia.

Estas características comuns que o Islamismo e as esquerdas possuem ficou mais evidente quando na segunda guerra mundial o Partido dos Trabalhadores Socialistas da Alemanha, se juntou aos muçulmanos do Oriente Médio para dominarem aquela região.

E também devido ao mesmo atavismo os partidos esquerdistas europeus abriram as portas de suas pátrias para a entrada de muçulmanos, o que tem só causado problemas e piorado a qualidade de vida das populações nativas, e sempre sob a proteção das esquerdas com o ardil da ideia enganosa do multiculturalismo objetivando acabar com a cultura local.

Ninguém deveria ser ingênuo em achar que é pura coincidência estas ideologias, em todo mundo, sempre possuírem os mesmos objetivos.

Pensar devia ser uma ótima coisa, pena que poucos usam esta capacidade.


Tags: Carlos Mello, artigo, coluna


Carlos Mello é formado em Economia pela UFRGS, trabalha com Avaliações Financeiras e Cálculos Periciais. Reside em Porto Alegre.

Email: carlosmello@ufrgs.br
Telefone: (51) 99113-2232




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