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Elda, uma graça de amiga.

Mafalda Orlandini

26.12.2016

Elda, uma graça de amiga.

Hoje só quero brincar. Já comecei fazendo um trocadilho com o nome dessa amiga que conquistei pelas minhas “crônicas” no Facebook. Parece que foi há pouco tempo, mas, consultando minhas anotações, constatei que vem desde 2013. Foi muito fácil. Todos os textos estão registrados no site RicardoOrlandini.net. São mais de 150. Elda começou a comentá-los no tempo em que eu recordava meus veraneios no Imbé. Ela tem ou tinha uma casa de veraneio lá e sempre fazia seus comentários comparando com minhas lembranças. Eu amo o Imbé e ela também


Vista panorâmica do Imbé.

Algum tempo depois, mudei o foco dos comentários. Passei a lembrar pessoas, parentes, passagens divertidas e lá estava ela. Sempre fazia críticas e as relacionava com as vivencias dela. Procurei analisar o nome e o sobrenome para ver se encontrava alguma ligação com a família dela. Comecei perguntando se era parente de Mainar Longhi, um professor muito querido do tempo da PUC. Aliás, foi ele que me recomendou para trabalhar no Rosário, meu QI (rsrsrs). Não era parente do professor. Comentário vai, comentário vem e fomos ficando ”amigas de infância” (rsrsrs). Verdade, Elda e eu temos em comum ideias e conceitos de vida idênticos: respeito ao outro, ao diferente em qualquer sentido.


Elda (dir.) em Paris com uma amiga.

A Elda tem uma alegria de vida admirável. Ela vive cada dia, visita pessoas, não perde festa, viaja sempre que pode. Leitora fiel, acompanhou meus textos do Diário de Romeu Issa. A cada leitura, recordava comigo suas viagens a Buenos Aires. E eu, a cada viagem que ela foi fazendo pelo mundo, curtia as fotos características das cidades visitadas. (Obrigada pelas “viagens” que me proporcionaste com lindas fotos. Amei.


Elda visitando o 'novo' Beira Rio.

Ela passou a dizer que precisava me conhecer pessoalmente e eu pensava que era brincadeira. Que ela não se iria abalar de Canoas para tomar um chazinho comigo. Não é que ela veio mesmo. Verdade que o compromisso foi adiado algumas vezes por outras viagens, aniversários, encontros com colegas, e casamentos de amigos e parentes. A Elda está em todas. Acho que não precisa nem convidar. Os antigos diziam: fulana é pão de ló de festas (saudades do meu tempo).


Foto que prova de que a Elda esteve aqui em casa.

Só para encerrar, quero ainda dizer que esse texto brotou do meu coração, quando decidi não pensar nas mazelas do Brasil de hoje nem no que o Facebook espalha de absurdos por aí. Só queria me divertir e mencionar um presente especial que ele me deu, uma graça de amiga.


Tags: Mafalda Orlandini, crônica, colunas


Mafalda Orlandini é professora de português e literatura aposentada. Lecionou nos colégios: Nossa Senhora do Rosário (Porto Alegre), Vera Cruz (Porto Alegre), Nossa Senhora dos Anjos (Gravataí), E.E. Presidente Kennedy (Cachoeirinha), E.E. Santos Dumont (Porto Alegre) e no Curso Pré-Universitário (Porto Alegre) onde ministrava aulas sobre redação.

Durante muitos anos fez parte da banca de correções de redação nos vestibulares da PUC-RS.

E-mail: mafalda.orlandini@hotmail.com

Facebook: http://www.facebook.com/mafalda.orlandini

 




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