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07.10.2013 | Opinião

A serviço de sua majestade

O Satânico Dr. No

Há cinquenta e um anos atrás, em 5 de outubro de 1962, era lançado nos cinemas britânicos, o filme Dr. No, que no Brasil foi chamado de “O Satânico Dr. No”. Desta forma era apresentado ao grande público mundial o agente do MI-6 britânico James Bond, o 007, personagem criado pelo escritor Ian Fleming em 1953.

Lembro do primeiro filme, Dr. No, e do sempre James Bond, o ator Sean Connery, que para mim foi o melhor dos Bonds. Foi com este filme que assisti na telona, que comecei a acompanhar este personagem que marcou minha infância e adolescência.

A paixão pelo personagem me levou a comprar um box de DVD’s com a coleção clássica e depois, ano após ano, comprar os novos filmes que eram lançados.

Confesso que prefiro o James Bond do passado interpretado por Sean Connery (1962–1967;1971) que em 1983 participou de um filme “não oficial”, Never Say Never Again, no Brasil chamado de 007 - Nunca mais outra vez.

Os outros atores que interpretaram o agente britânico foram: George Lazenby (1969), Roger Moore (1973–1985), Timothy Dalton (1987–1989), Pierce Brosnan (1995–2002) e o atual Bond, desde 2006, Daniel Craig.

Mas os atores que interpretavam o personagem na época da Guerra Fria, eram, a meu ver, mais “interessantes”, pois aquele momento marcou a história da humanidade e tinham suas interpretações mais românticas. Hoje é sexo e violência, com o mesmo personagem, deixando de lado aquele romantismo do passado.

Mas como gosto não se discute, vamos em frente.

Lá em 1962, quando foi lançado o primeiro filme, Dr. No, com o personagem James Bond interpretado pelo então semidesconhecido ator escocês Sean Connery, teve seu orçamento de apenas um milhão de dólares, um orçamento ridículo, até mesmo para a época. A bilheteria chegou a cerca de US$ 60 milhões na época, algo como US$ 440 milhões na atualidade.

O filme estourou nas bilheteiras de todo o mundo, transformando o desconhecido Connery num ícone dos anos 1960 e o personagem James Bond caiu nas graças do público.

Surgia uma nova histeria mundial vinda da terra da beatlemania da época: a bondmania.

Mas a saga James Bond faz sucesso até hoje não só pelo charme de seu personagem principal, mas também pelos mirabolantes vilões, os gadgets mortais e de alta tecnologia, suas canções-tema e as suas maravilhosas bond-girls.

Foram vinte e três filmes oficiais e outros três “não oficiais”

Agora é esperar o novo filme da saga, o vigésimo-quarto oficial, que tem seu lançamento previsto para 2015.


Tags: Literatura, cinema, filme, James Bond, 007






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