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10.01.2014 | Opinião

Viajar voar

McDonnell Douglas MD-11 da VASP nas proximidades do Aeroporto de Bruxelas em 1996.

Se nós nascemos para voar, como dizem as companhias aéreas, um pequeno “defeito” de fabricação por parte do “Criador” nos deixou sem um acessório importante para tal, as asas.

Visto que o “Criador” cometeu esta “falha” esquecendo ou achando melhor não nos dotar deste acessório, nossa imaginação e o desenvolvimento tecnológico da humanidade supriram em parte este “pequeno defeito”.

Na mitologia grega, Ícaro, filho de Dédalo, ficou famoso pela sua morte por cair no Mar Egeu quando a cera que segurava suas asas artificiais derreteu.

Na vida real, uma polêmica que nós brasileiros trazemos para o “nosso assado”. Para nós foi o brasileiro Alberto Santos Dumont que voou pela primeira vez em 23 de outubro de 1906, em Bagatelle, França, com o seu, o nosso 14-Bis.

Para os norte-americanos esta façanha é creditada aos irmãos Wright. Eles voaram com seu Flyer I em 17 de dezembro de 1903, perto de Kill Devil Hills, cerca de quatro quilômetros ao sul de Kitty Hawk, na Carolina do Norte, EUA.

Mas diferente do nosso 14 Bis, que decolou por seus próprios meios, o Flyer I foi lançado de uma catapulta.

A polêmica é tão grande que constantemente em filmes norte-americanos que são dublados ou legendados para o português “trocamos” os irmãos Wright pelo ‘nosso’ Santos Dumont, sem a menor cerimônia.

Mas polêmicas à parte, o que interessa é que da imaginação humana ao talento e a técnica, muitos séculos se passaram, mas em pouco tempo os céus ficaram lotados de máquinas voadoras, que hoje já singram inclusive o espaço.

No meio de todo este avanço tecnológico, propiciado lamentavelmente pelas guerras, a aviação comercial emergiu e conseguiu feitos gigantescos, encurtando as distâncias, aproximando os povos e, principalmente, realizando o sonho de milhares de pessoas. O sonho de voar.

Esse sonho de voar que era distante para a maioria dos humanos, hoje já se tornou quase que uma rotina, inclusive aqui no Brasil.

Nosso maior problema é a ainda precária infraestrutura aeroportuária, infraestrutura essa bem distante dos países do primeiro mundo.

Estamos assistindo a problemas nos Estados Unidos e Canadá, causados pelas péssimas condições meteorológicas que impedem os voos com a segurança necessária.

Mas isso é bem diferente do que aconteceu, acontece e acontecerá no Brasil nos próximos meses durante a Copa do Mundo.

Muitos já se queixam dos preços cobrados pelas companhias aéreas durante a Copa 2014 em voos que nada tem a ver com nenhum jogo, e sim com trabalho.

Fico com pena dos turistas que virão ao Brasil e levaraão uma péssima impressão do nosso país que, aliás, já não engana mais os investidores estrangeiros que começaram a sacar tudo que podem de seus investimentos aqui no PATROPI.

Mas vamos em frente.

Mas quando falamos de voar não podemos esquecer aquele belo comercial da Vasp que dizia...

Atenção…
(viaje bem, viaje Vasp)

Céu azul…
(viaje bem, viaje Vasp)

Atenção
Você com essa ficha na mão
dirija-se ao portão
e embarque neste avião

(boa viagem!)
Largue o chão
escolha uma direção
aperte o seu cinto e
solte a sua imaginação

(Voe Vasp)
Céu azul
Leste, oeste, norte ou sul
você livre pelo ar
com quem gosta de voar

A Vasp abre suas asas, sua ternura
Pra você ganhar altura

Viajar…..
Voar….
(viaje bem, viaje Vasp)


Tags: viajar, voo, aviação, avião, Vasp






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