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09.10.2014 | Opinião

1800 edições

1800 edições

Pois é. Mais cem edições desde quando escrevi sobre esse site que tanto me orgulha. Parece que foi ontem que tudo começou nessa jornada emocionante aqui no ciberespaço.

Há pouco mais de sete anos, no início de 2007, meu amigo Roner Anderson me procurou e sugeriu que eu levasse para a internet o que fazia no rádio e na televisão. Confesso que me deu um frio na barriga, não me sentia competente para enfrentar esse novo desafio.

Sim, tive medo de assumir um compromisso que talvez não conseguisse corresponder à altura do imenso e exigente público que navega por esse mundo sem fronteiras.

A internet é “outro mundo”, bem diferente do que conhecíamos até então, algo do tipo “ficção científica”.

Desde muito jovem peguei gosto por este mundo imaginário de tecnologias fantásticas que nos levam a mundos distantes e diferentes. Meus heróis estavam no espaço e ligados à tecnologias ainda não existentes.

Quando o mais visionário dos escritores de ficção criasse algo como a internet que conhecemos hoje, por certo o chamariam de maluco. Era muito mais fácil imaginar o homem chegando até a Lua, indo a Marte, viajando pelas estrelas nos confins do universo, do que uma grande rede de computadores interligada trocando informações entre os povos do planeta e quem sabe em breve, do universo.

E se esse ficcionista ainda dissesse que este novo instrumento ainda iria convergir todos os veículos de comunicação tradicionais como rádio, jornal e televisão, na palma da mão de cada usuário, por certo aquém diria que esta fantasia estava demasiadamente exagerada.

Mas sonhar com esse futuro é querer ir longe demais?

Sites de busca, relacionamento e entretenimento, além de portais, blogs e mundos virtuais, estão ocupando uma posição de vanguarda como formadores deste cibermercado. Todos podem ser alguém@alguma_coisa.com neste universo sem fronteiras.

Além disso, o “tamanho” de cada um não depende da “força” de sua empresa ou organização. A audiência na internet depende do conteúdo disponibilizado e se o público gosta.

Existem blogs e sites de pessoas até a pouco anônimas, que recebem milhões de visitas todos os dias. Um verdadeiro fenômeno ainda inexplicável.

Eu mesmo, aqui no RicardoOrlandini.net, tenho uma média diária de mais de 46 mil page views, chegando a mais de um milhão todos os meses.

Aquilo que para alguns ainda parece brincadeira, já abocanha parcela significativa de público e de verbas publicitárias, num imenso mercado sem fronteiras, chamando atenção dos gigantes mundiais da mídia. São bilhões de dólares envolvidos e a internet já ocupa a terceira posição neste ranking.

A comunicação mudou, e ainda vai mudar mais neste novo mundo onde o “repórter” e o “colunista” pode ser um simples cidadão que está no lugar certo, na hora certa.

Na segunda-feira 16 de abril de 2007, colocávamos em operação o site www.RicardoOrlandini.net, que assim começava sua jornada pelo mundo virtual.

Passados pouco mais de sete anos, muitas coisas aprendemos neste universo sem fronteiras.

Hoje completamos 1800 edições com mais 45.854 notícias e informações. São 2.324 colunas de vários amigos e colaboradores que muito me honraram e honram com suas preciosas participações.

É a internet audaciosamente nos levando onde nenhum homem jamais esteve.

Mas nada do que fizemos até agora é mérito exclusivamente meu. Todo este conteúdo teve o apoio fundamental de meu braço direito e filho, o jornalista Eduardo Vitelo, além de meus familiares, sem os quais não conseguiria atingir esse objetivo de informar com qualidade e imparcialidade.

Mas gostaria de fazer aqui, mais uma vez, uma especial homenagem a alguém muito especial. Falo de minha querida mãe e também colunista deste site, a professora Mafalda Orlandini Pereira.

Desde 4 de fevereiro de 2013 ela tem colaborado com suas colunas e crônicas, que todas as segundas-feiras estão no site.

Foram oitenta e quatro histórias que contam um pouco das experiências que ela viveu. Fico imensamente feliz, mas muito feliz mesmo, com cada detalhe que ela conta e curte. Em uma de suas colunas ela contou uma viagem inesquecível a Argentina em 1957, que fez com meu pai, Ney Alves Pereira.

Nove meses depois nascia este que vos escreve.

Mas vamos em frente...

Aos meus apoiadores e patrocinadores, um agradecimento pela confiança nesta nova mídia, lembrando sua fundamental importância nesse processo.

Meu especial agradecimento aos nossos ecléticos colunistas, que com suas preciosas colaborações valorizam ainda mais nosso trabalho.

Aos que diariamente opinam em nosso site sobre os mais diversos temas, meus sinceros agradecimentos pelo apoio e colaboração.

Mas tudo isso tem um objetivo maior.

Proporcionar aos meus leitores e amigos um bom conteúdo com informações úteis e que façam a gente pensar sobre o que acontece nesse pequeno planeta chamado Terra.

Um abraço afetuoso e um muito obrigado a todos vocês.


Tags: edições, Ricardo Orlandini, internet






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