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23.11.2015 | Opinião

O futuro no presente...

Kirk, Spock e o tricorder.

“O espaço, a fronteira final ... estas são as viagens da nave estelar Enterprise, em sua missão de cinco anos, para explorar novos mundos, para pesquisar novas vidas, novas civilizações... Audaciosamente indo onde nenhum homem jamais esteve!”

Esta é a fala de abertura de Star Trek - Jornada nas Estrelas, a mais famosa série de ficção já idealizada. Gene Roddenberry,  seu criador, por certo nunca imaginou que sua série de ficção científica iria ter tanto sucesso e influenciaria os costumes e tecnologias que surgiriam décadas depois.

O sucesso de Star Trek é tão grande que surgiram várias outras séries baseadas na ideia original. Além de alguns filmes feitos para o cinema, tivemos, para citar só algumas das séries, Star Trek – The Next Generation, Star Trek – Deep Space Nine, Star Trek – Voyager e (ufa) Enterprise.

Esta última série, que teve suas três temporadas lançadas em DVD aqui no Brasil, narra as aventuras da primeira Enterprise (NX-01), nave comandada pelo capitão Jonathan Archer a serviço do planeta Terra. As aventuras se passam antes mesmo da formação da Federação Unida de Planetas, antes de Spock e Kirk.

Esta seria a primeira aventura humana em viagens de longa distância pelo espaço após o primeiro contato com os Vulcanos, ocorrido em 2063, logo após termos descoberto a propulsão de dobra. Mas por qual motivo falo de Jornada nas Estrelas.

Além de eu ser um “trekkie” assumido, constantemente tenho visto muitas coisas que me lembram Jornada nas Estrelas.

Noutro dia voltei a encontrar meu grande amigo, o empresário e presidente da Digistar, Oldemar Plantikow Brahm.

Foi com Oldemar que conheci a China, e foi com ele que caminhei quilômetros e quilômetros por Hong Kong, participando das feiras tecnológicas que lá aconteciam e ainda acontecem) e visitando diversas lojas de eletrônicos, verdadeiros templos à tecnologia moderna.

Hoje os smartphones e tablets invadiram nossas vidas de tal maneira que talvez não saibamos mais viver sem eles.

Mas estes novos equipamentos muito se parecem com aqueles antigos comunicadores e tricorders usados por Kirk e sua tripulação.

Todos os dias assistimos ao lançamento de novos equipamentos que seriam nossos primitivos, como diria o senhor Spock, “tricorders”.

Quando Bob Frankenberg, um dos principais executivos da Novell, disse a quase tres décadas atrás que, ou você é alguém@algum_lugar.com ou você é nada, ele também não imaginava a velocidade com que o futuro nos iria “pegar” na dita “era da Internet” e na comunicação instantânea e global.

Eu fico perplexo com a velocidade (seria a “velocidade de dobra ou warp”) com que a ficção da minha juventude torna-se a realidade do nosso presente.

Daqui a pouco é o teletransporte, que já está sendo desenvolvido em laboratórios na Europa, vai bater à nossa porta.

Fica a pergunta: O que será que o futuro nos reserva, logo ali depois da esquina?


Tags: Star Trek, Jornada nas Estrelas, cinema, filme, ficção científica, espaço, Enterprise, tecnologia, ciência






Opinião do internauta

  • Marcelo Rosa Gomes (23.11.2015 | 01.05)
    Futuro no presente? Brasil?? Só tem fututo do pretérito!

    Réplica:

    Boa tirada sobre o Brasil de hoje na política petralha que nos infesta. Quanto às tecnologias, vivemos um momento mundial que não imaginávamos ocorresse tão cedo.

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