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15.01.2016 | Opinião

O país do futuro

O país do futuro

Quando eu era apenas um guri (ou piá, como queiram), sempre escutava que o Brasil seria o país do futuro. Isso vem de muito tempo em nosso país, e não foi uma “criação” da Ditadura Militar que assumiu o poder em 31 de março de 1964.

Para complementar este sonho ou delírio, Antônio Delfim Netto, que participou dos governos dos generais Humberto de Alencar Castello Branco (1964-1967), no Conselho Consultivo de Planejamento (Consplan); Artur da Costa e Silva (1967-1969) e Emílio Garrastazu Médici (1969-1973), como ministro da Fazenda; e João Baptista de Oliveira Figueiredo (1979-1984), como ministro da Agricultura e secretário do Planejamento, forjou uma frase que entrou para história e faz escola até hoje.

Delfim afirmava querer “fazer o bolo crescer, para depois dividi-lo”.

Parece piada, mas na verdade o bolo abatumou.

Terminado o período controlado pelos militares voltamos a acreditar que algo ia mudar.
Pura ilusão.
Entramos em uma série de crises econômicas que levaram o país a uma profunda hiperinflação que só terminou após o impeachment do “caçador de marajásFernando Collor de Mello, com a implantação do Plano Real.

Esse plano foi gestado por Fernando Henrique Cardoso, então Ministro da Fazenda de Itamar Franco, que era vice-presidente de Fernando Collor.

O país parecia melhorar. Nossa moeda ficou valorizada, empregos foram gerados e o país tomou novos rumos quando FHC foi eleito presidente.

Passados oito anos, o país se consolidava economicamente e politicamente quando elegeu Luiz Inácio Lula da Silva. Chegava ao poder um trabalhador que tinha compromissos com as classes menos favorecidas.

Então o bolo cresceu, só que não foi dividido com todos os brasileiros.

Os ricos ficaram cada vez mais ricos. Os bancos e instituições financeiras cada vez mais poderosos e lucrando astronomicamente achacando o bolso dos trabalhadores, a classe média brasileira que sustenta seu apetite voraz.

E os corruptos? Esse ficaram ainda mais ricos...

Esse dito governo dos trabalhadores se uniu às elites e fez a sua parte com uma das maiores cargas tributárias do planeta que forçam o trabalhador a dividir mais da metade do que ganha com um governo incompetente e corrupto (estou errado?).

A cortina caiu e descobrimos que “nunca na história desse país, se mentiu tanto”. Como se não bastasse mentir, “nunca na história desse país se roubou tanto”.

Já sei que o país do futuro não chegará para mim e meus filhos. Já começo a desconfiar que nem mesmo meus netos conhecerão este “tal país do futuro”.

O pior é que se continuar do jeito que as coisas andam aqui pelo PATROPI, nem mesmo meus bisnetos conhecerão este tal país.

PS.: Esse ano temos eleições municipais. As mentiras continuam iguais. Os conchavos já estão sendo feitos para manter no poder os incompetentes com fome de poder. Tenho uma única certeza: Votarei em novos projetos, novas pessoas não comprometidas com a incompetência e roubalheira generalizada que anda por aí.


Tags: Eduardo Cunha, corrupção, Petralhas, PT, impeachment, Dilma, cassação, Lula, petralhas, economia, eleições






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