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20.05.2016 | Opinião

Os Intocáveis

O ator Robert Stack interpretando o agente federal Eliot Ness

The Untouchables (Os Intocáveis) é uma série de televisão norte-americana, exibida de 1959 a 1963 pelo canal ABC, com histórias baseadas no livro de memórias de título homônimo de 1947, escrito por Eliot Ness e Oscar Fraley.

A série dramatizou as experiências do agente do Tesouro Americano da vida real Eliot Ness durante o período da Lei Seca, em luta contra o crime organizado de Chicago nos anos de 1930.

Ness contava com a ajuda de uma equipe formada por agentes policiais corajosos e incorruptíveis apelidada de Os Intocáveis.

A série durou quatro temporadas e totalizou 118 episódios de 50 minutos cada, além de um piloto em duas partes. Estreou em 15 de outubro de 1959 e encerrou em 21 de maio de 1963. A música-tema foi composta por Nelson Riddle.

Um ponto marcante neste seriado era a boa narração histórica no início de casa episódio e que voltava ao final, relatando o fim que levou cada personagem que foi preso.

Em 1987, a série foi adaptada para um filme longa-metragem (The Untouchables - Os Intocáveis) dirigido por Brian De Palma e roteiro de David Mamet.

Lembro dessa série que assisti quando ainda menino e o longa metragem de 1987 para fazer uma ligação com nossa Operação Lava Jato e outros tantos escândalos de corrupção em nosso querido Brasil.

Nossos intocáveis estão aí, membros da Polícia Federal, do Ministério Público e da Justiça Federal, lutando diariamente para botar na cadeia essa gentalha, esse bando de “porcos” (que me desculpem os porcos), que envergonham a todos nós.

No longa-metragem Ness começa perdendo batalhas, mas não se entrega. Acha um “furo” e consegue mandar Al Capone para a cadeia. Não pela “Lei Seca” ou por contrabando, e ainda ou seus diversos assassinatos e outros “crimes maiores”. Sim, muito mais graves do que a “simples sonegação de impostos” pelo que acabou preso.

Vale a pena rever o longa de 1987 e olhar com atenção o momento em que Ness pressiona o Juiz do caso a trocar os jurados que estavam “comprados” por AL Capone.

Ness conseguiu botar atrás das grades o CHEFE, Al Capone, mesmo que não pelos crimes maiores por ele cometidos.

Não temos um só Eliot Ness, temos vários, que juntamente com suas equipes de intocáveis vivem caçando a máfia brasileira da corrupção comandada pelo nosso “Al Capone”. Lolo logo esse CHEFE deve ir em cana, pois nada de ruim dura para sempre.

Como tenho dito, não tenho nenhum “bandido ou malvado favorito” de estimação. A mim pouco importa por qual crime essa gente vá para a cadeia e de que forma o CHEFE (que todos sabemos quem é), tenha sua identidade definitivamente revelada e caia não só em desgraça e total execração pública, mas que passe o resto de seus dias na cadeia.

A nós, gente de bem, cabe apoiar todos os dias as ações desses nossos intocáveis, para que um dia, e que seja o mais breve possível, possamos respirar um “ar mais ouro” sem esse fedor que já se impregnou em nossas narinas.

Lugar de corrupto é na cadeia.

Se possível, para sempre.

PS.: Não sei qual é ou era a lógica de nossos governantes de não revelarem a real situação, o estado das coisas, dos governos que recebem de seus antecessores. Não faz mal nenhum uma auditoria. Espero que Michel Temer ponha na mesa a real situação deixada por Dilma Rousseff. Nós, brasileiros, merecemos saber a verdade.


Tags: corrupção, Petralhas, PT, impeachment, Dilma, cassação, Lula, petralhas, protestos, House of Cards, Temer, Eduardo Cunha






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