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10.03.2017 | Opinião

Rosebud III

Globo, Redord & Outras...

Durante os últimos dias voltei a relembrar fatos de nossa história para valorizar a importância do Estado de Direito e de uma Imprensa Livre.

Na quarta-feira lembrei o célebre propagandista do nacional socialismo alemão, Paul Joseph Goebbels. O ministro do Povo e da Propaganda de Adolf Hitler faz escola até hoje nos quatro cantos do mundo, em especial na esquerda totalitária que se apoderou do poder em diversos países do mundo, na América Latina bolivariana em especial e, pasmem, mesmo aqui pelo PATROPI onde acreditávamos que esse esquerda estaria fora do governo, é um ledo engado. O lulopetismo continua vivo e forte, cultuando a personalidade de nosso ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nos moldes de líderes totalitários do passado como Josef Stalin, Mao Tsé-Tung, Fidel Castro, Hugo Chávez e tantos outros.


Joseph Goebbels em 1942.

O ex-todo poderoso do Povo e da Propaganda de Hitler é o autor da célebre frase: “uma mentira cem vezes dita, torna-se verdade”.

Mais um pouco de história para quem não sabe: O Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (em alemão: Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei - NSDAP), é mais conhecido entre nós brasileiros como o Partido Nazista, e como bem diz seu nome, é ou era o Partido dos Trabalhadores alemães (???).

Como já disse diversas vezes, “mentir sem nenhum pudor virou arma de propaganda de todas as ideologias”.

Continuamos a viver no Brasil momentos muito tristes que entrarão para a história, não por serem positivos, mas por nos envergonharem. A opinião pública continua a ver a “cortina cair”, desnudando as vestais da moralidade e da ética, de todos os partidos, como os criadores do maior sistema de corrupção e desvio de recursos públicos de nossa história. Quiçá o maior sistema de corrupção do mundo, onde os defensores da corruPTocracia, se apoderaram do Estado brasileiro como se fosse seu, misturando o público e o privado sem o menor pudor, como se tudo fosse seu.

Mas vamos a mais um pouco de história.

Os presidentes norte-americanos Kennedy, Nixon, Bush (pai e filho), Bill Clinton, Obama e agora Trump, também se usam desses artifícios da “mentira oficial” para justificar seus atos. A diferença é que em uma democracia a imprensa pode denunciar esses fatos, essas mentiras, e o castelo de cartas desaba como em Watergate e as fantasiosas armas de destruição em massa no Iraque.


Colin Powell segurando um frasco de antraz e dando uma apresentação para o Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Já nas republiquetas neo-democráticas, a imprensa livre é um fardo que sistematicamente é acusada de golpista e mentirosa, mesmo diante de fatos e provas incontestes.

Mesmo “pegos na cama” com uma “amante” (a corrupção), justificam que estavam usando meias, assim tudo é armação da mídia.

Mas vamos em frente...

O filme Cidadão Kane, obra prima de Orson Welles é considerado até hoje, por grande parte da crítica especializada, como o melhor filme da história.

Supostamente baseado na vida do magnata do jornalismo William Randolph Hearst, retrata uma situação que não é muito distante de fatos que conhecemos e assistimos aqui no PATROPI.

Beyond Citizen Kane” (no Brasil chamado de “Muito Além do Cidadão Kane”) retrata situação similar e o poder da Rede Globo de Roberto Marinho. O filme é um documentário de televisão britânico de Simon Hartog produzido em 1993 para o Canal 4 do Reino Unido.

A obra detalha a posição dominante da Rede Globo na sociedade brasileira, debatendo a influência do grupo, seu poder e suas relações políticas.

O ex-presidente e fundador da Rede Globo, Roberto Marinho, foi o principal alvo das críticas do documentário, sendo comparado a Charles Foster Kane, o personagem criado em 1941 por Orson Welles para “Cidadão Kane”.

Segundo o documentário, a Rede Globo empregava a mesma manipulação grosseira de notícias para influenciar a opinião pública como fazia Kane no filme de Welles.

O documentário acompanha o envolvimento e o apoio da emissora à ditadura militar, sua parceria ilegal com o grupo norte-americano “Time Warner” (naquela época, Time-Life). Além disso, expõe algumas práticas de manipulação da emissora de Marinho, incluindo o auxílio dado à tentativa de fraude nas eleições fluminenses de 1982 para impedir a vitória de “Leonel Brizola”.

Entre outras manipulações, cita a cobertura tendenciosa do movimento das “Diretas-Já”, em 1984, quando a emissora noticiou um importante comício como um evento de comemoração do aniversário da cidade de São Paulo. A edição, para o Jornal Nacional, do debate do segundo turno das eleições presidenciais de 1989, de modo a favorecer o candidato Fernando Collor de Mello frente a Luís Inácio Lula da Silva, também é retratada no documentário.

Sua primeira exibição pública no Brasil aconteceria em março de 1994 no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ). Um dia antes da estreia, a Polícia Militar recebeu uma ordem judicial para apreender cartazes e a cópia do filme, ameaçando, em caso de desobediência, multar a administração do MAM-RJ. O secretário de Cultura da época acabou sendo demitido três dias depois.

Durante os anos 1990, o filme foi mostrado em universidades e eventos de partidos políticos sem anúncio público . O filme teve acesso restrito a grupos universitários e só se tornou amplamente visto a partir do ano 2000, graças à popularização da internet.

Assista aqui "Muito Além do Cidadão Kane" (Beyond Citizen Kane) - Vídeo completo em link do YouTube.

)

Mas não se iludam.

A manipulação não aconteceu ou acontece só na Rede Globo. Virou uma prática nacional e internacional que envolve muita gente que se diz 'isenta'.

Esquerda e direita de nada diferem quando estão no poder, principalmente para defender seus ‘interesses’, por mais escusos que sejam.

Aliás, as mentiras que se tornam verdade já viraram regra em nosso “peís”.

Pelo visto as ideias e as práticas de Joseph Goebbels vão sobreviver por muito tempo.


Tags: Rosebud, Cidadão Kane, filme, verdade, manipulação, petralhas, nazismo






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