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17.07.2017 | Opinião

Superando grandes desafios

John Kennedy em seu famoso discurso na Universidade Rice (12/09/1962).

Na abertura da série de televisão Star Trek (Jornada nas Estrelas), o capitão da ficcional espaçonave Enterprise, James Tiberius Kirk, interpretado pelo ator William Shatner, dizia: “O espaço, a fronteira final. Estas são as viagens da nave estelar Enterprise. Sua missão de cinco anos: explorar novos e estranhos mundos, procurar novas formas de vida, novas civilizações, audaciosamente indo onde nenhum homem jamais esteve”.

Desde 4 de outubro de 1957, quando o primeiro satélite artificial da Terra, o Sputnik, foi lançado ao espaço, os norte-americanos engoliam seco a amarga derrota para os soviéticos na recém iniciada corrida espacial. Outro golpe muito forte veio em 12 de abril de 1961, quando o primeiro homem no espaço não foi um norte-americano e sim um soviético, o cosmonauta Iuri Alieksieievitch Gagarin, que abordo da Vostok I declarou a famosa frase: “A terra é azul”.

Parece que foi ontem que os astronautas Neil Armstrong, Edwin “Buzz” Aldrin e Michael Collins, chegaram à Lua a bordo da espaçonave Apollo 11, quinta missão tripulada do “Programa Apollo” desenvolvido pela NASA (National Aeronautics and Space Administration), a agência espacial norte-americana.

A missão, além de derrotar a União Soviética na corrida espacial, cumpriu o objetivo traçado pelo presidente John Fitzgerald Kennedy, que em 12 de setembro de 1962, quando estabeleceu o prazo do fim da década de sessenta para que o programa espacial dos Estados Unidos levasse o primeiro homem à Lua e o trouxesse de volta em segurança.

Neste famoso discurso na Universidade Rice suas palavras foram:

“We choose to go to the moon. We choose to go to the moon in this decade and do the other things, not because they are easy, but because they are hard, because that goal will serve to organize and measure the best of our energies and skills, because that challenge is one that we are willing to accept, one we are unwilling to postpone, and one which we intend to win, and the others, too.”

"Nós escolhemos ir à Lua. Nós escolhemos ir à Lua nesta década e fazer as outras coisas, não porque elas são fáceis, mas porque são difíceis, porque esse objetivo servirá para organizar e medir o melhor de nossas energias e habilidades, porque esse é um desafio que estamos dispostos a aceitar, um que não estamos dispostos a adiar, e um que temos a intenção de ganhar, como os outros também. "

O lançamento da nave Apollo 11 ocorreu em 16 de julho de 1969, quando o gigantesco foguete “Saturno V” levou ao espaço a heroica tripulação nessa histórica jornada a uma nova fronteira.

 

Eram 20h17m40s UTC de 20 de julho de 1969, quando o astronauta Neil Armstrong comunicava: “Houston, aqui Base da Tranquilidade. A Águia pousou” (“Houston, Tranquility Base here. The Eagle has landed”). O Módulo Lunar Eagle e o homem chegava ao solo lunar.

Pouco mais de seis horas e meia depois da alunissagem, às 02:56 UTC de 21 de julho de 1969, Neil Armstrong, comandante da missão, tornou-se o primeiro ser humano a pisar em solo lunar.

Após um pequeno salto de aproximadamente um metro do último degrau da escada até o protetor das patas do Módulo Lunar, Armstrong disse a frase épica da Era Espacial: Este é um pequeno passo para um homem, um salto gigantesco para a humanidade (“That's one small step for a man, one giant leap for mankind").

 

Eu era um piá, um guri com apenas onze anos de idade, mas lembro como se fosse ontem daquele dia. Toda a família se reuniu frente à TV, ainda em Preto & Branco, para assistir aquele momento histórico para a humanidade.

Quarenta e cinco anos se passaram deste extraordinário feito da humanidade que, como diria o capitão James Tiberius Kirk (Star Trek), nos levou onde nenhum homem jamais esteve...

 

O Brasil continua a viver grandes desafios e precisa superar dificuldades históricas e as geradas pela incompetência de nossos governos que, além de montarem uma gigantesca Organização Criminosa (ORCRIM), com o objetivo de assaltar os cofres da nação, deixaram de fazer aquilo que era e é necessário para atender questões básicas de um país gigantesco como o nosso.

Ao invés de investirem em infraestrutura e na solução das questões relacionadas à Saúde, Educação e Segurança Pública, mergulharam nosso país numa crise sem precedentes por conta não só de sua incompetência e fisiologismo na administração pública, mas também e, principalmente, pela certeza de impunidade pelos atos de corrupção que praticaram e ainda praticam.

O discurso de Kennedy na Universidade de Rice serviu para os norte-americanos, como serve para nós.

Eles conseguiram superar um enorme desafio. Tenho convicção de que nós também podemos superar os nossos.

A nossa ida à Lua é “salvar nosso país”, nos livrando da corrupção, dos corruptos, do fisiologismo, da incompetência e dessa corja de bandidos de diversos partidos políticos que se apropriaram da máquina pública em todas as esferas de poder em nosso país. Seja no executivo, legislativo e até mesmo no judiciário, também corrompido por toda essa sujeira.

Podemos deixar outro legado à nossos filhos e netos, superando grandes desafios que temos hoje e pela frente.

A resposta para chegar lá é uma só:
Trabalho, trabalho e trabalho.

Nada além, de trabalho.

PS.: Não podemos esquecer de usar todas as armas que tivermos para limpar a política brasileira, colocando novas pessoas comprometidas com a Nação e seu povo, e não com seus interesses próprios.

Cadeia aos corruptos.


Tags: Programa Apollo, Espaço, nave, NASA, lua, Apollo 11, John F. Kennedy, Neil Armstrong, Edwin “Buzz” Aldrin, Michael Collins






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