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11.12.2017 | Opinião

Rumo a Marte IV

O Mayflower na Baía de Plymouth (por William Halsall, 1882)

O Brasil continua doente, muito doente. Isso não é de hoje e sua gênese não é de agora. Nosso jeito de ser, o famoso “jeitinho brasileiro”, por certo é um dos principais causadores dessa chaga tenebrosa que vem corroendo nossas entranhas desde muito tempo.

Nossa tolerância com o intolerável, nossos valores, ou a falta deles, nos levaram a “ficar à deriva” em um “mar revolto”.

Como escrevi na sexta-feira, não bastasse a questão econômica, legado de um irresponsável, incompetente e corruPTocrata governo de Lula e Dilma, e demais aliados fisiológicos do Partido dos Trabalhadores, hoje assistimos a um somatório de crises: econômica, política, institucional e, principalmente MORAL.

O que menos falta por aí é SANTO.

Mas o que toda essa crise no Brasil pode ter a ver com nossa ficcional jornada ao Planeta Vermelho?

Então vamos lá...

Vivemos uma crise de valores em nosso país, o que certamente, se aprendermos com os erros que cometemos e corrigirmos rapidamente esse rumo, vão nos levar a um país melhor, mais justo, mais honesto. Um país melhor para as gerações futuras.

Mas nossa conversa e jornada não está focada nessa questão moral que tanto nos entristece e envergonha. Nosso foco é genérico, de como devemos agir para irmos além, irmos “onde nenhum homem jamais esteve”.

Não podemos “dar chance ao azar”.

Devemos aprender com nossos erros e, quando acontecerem, estarmos preparados para, se errarmos, errar rápido.

Os países não são muito diferentes das empresas e organizações, onde devemos ter muito bem definidas e entendidas Missão, Visão, Foco e os Valores.

Sem o foco muito bem definido, não atingimos nossos objetivos, sendo que nossos valores pessoais e os da organização, tornam-se cada dia mais importantes junto à sociedade.

A fronteira final não é vista por todos, ela pode estar oculta, disfarçada, distante, portanto quem a enxergar primeiro terá grande vantagem competitiva.

A Viagem a Marte, poderia ser para Júpiter, Saturno, Alpha Centauri ou qualquer outro lugar mais distante, como foram as viagens desbravadoras dos grandes navegadores do Passado.

Cristóvão Colombo se perdeu e descobriu a América. Pedro Álvarez Cabral talvez tenha feito o mesmo (se perdeu) e acabou por descobrir o Brasil. Dois exemplos de sairmos por aí sem rumo e sem destino, e assim ver no que dá. Sorte ou azar!

Fizeram grandes descobertas? Sim, claro que sim. Missão e Visão até poderiam estar claras, mas não se sustentaram para um futuro, não tinham esse objetivo. O foco era explorar, saquear (roubar) e conquistar. Foram “predadores”. A América Latina é o que é por sua origem predadora. Deu no que deu.

Já os Peregrinos do Mayflower que chegaram na América do Norte, precisamente no hoje Estados Unidos da América, tinham um pensamento bem diferente e foram para ficar, até porque não poderiam voltar. Foram com suas famílias para desbravar e formar um novo lar, uma nova Nação. Semearam assim a hoje mais poderosa nação do planeta.

Os Peregrinos, com suas crenças e valores étnicos e morais, tinham um foco no futuro. Foram vencedores.

Na quarta-feira continuamos com nossa jornada.


Tags: Tecnologia, Planeta Vermelho, Nasa, Marte, Curiosity, Visão, Missão, Valores, Foco, Planejamento Estratégico






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