Antonio Mazzuco Até quando nossos governantes vão se esquivar um verdadeiro Controle da Natalidade? Planejamento Familiar é bobagem: quem mais precisa evitar ter filhos é quem mais tem dificuldade de planejar qualque (continua...)
Otávio Moura Poi é Orlandini. Quem, como tu, ainda acredita que a pior dmocracia é melhor que a melhor das ditaduras, está por ver -com a liberdade que se deu às esquerdas em nome da democracia- a dureza da ditadu (continua...)
Alexandre Ferreira Realmente Ricardo o caos perdura por varias administrações independentes de partidos. A solução mais simples e que ninguém quer fazer é apenas reajustar as tabelas de procedimentos do SIA-SUS que faze (continua...)
O hino nacional francês "A Marselhesa" (La Marseillaise), de Claude Joseph Rouget de Lisle, é tocado pela primeira vez em Paris
Uma música escrita sob encomenda por Claude-Joseph Rouget de Lisle torna-se popular quando tropas voluntárias a cantam durante a marcha de Marselha para Paris. A canção, chamada de Marselhesa, passa a ser o símbolo da revolução e é escolhida como o hino nacional da França.
"Avante, filhos da Pátria, O dia da Glória chegou. Contra nós, da tirania O estandarte ensangüentado se ergueu."
A revolução explode na França. Os reis Luís XV e XVI levaram o país à ruína. O povo passa fome e levanta-se contra os seus soberanos.
Em 30 de julho de 1792, as tropas revolucionárias marcharam de Marselha para Paris. Os revoltosos entoavam uma marcha marcial. A partir desse dia ela ficou conhecida como "A Marselhesa".
A canção da Revolução tornou-se o hino nacional da França em 1795. Ela sobreviveu aos imperadores Napoleão I e III, à Restauração, às quatro Repúblicas e a duas guerras mundiais. A Quinta República ancorou A Marselhesa no Artigo 2º da Constituição de 1958 como o Hino Nacional. Ela expressa o orgulho nacional francês, embora franceses modernos tenham uma visão muito crítica do seu texto.