Antonio Mazzuco Até quando nossos governantes vão se esquivar um verdadeiro Controle da Natalidade? Planejamento Familiar é bobagem: quem mais precisa evitar ter filhos é quem mais tem dificuldade de planejar qualque (continua...)
Otávio Moura Poi é Orlandini. Quem, como tu, ainda acredita que a pior dmocracia é melhor que a melhor das ditaduras, está por ver -com a liberdade que se deu às esquerdas em nome da democracia- a dureza da ditadu (continua...)
Alexandre Ferreira Realmente Ricardo o caos perdura por varias administrações independentes de partidos. A solução mais simples e que ninguém quer fazer é apenas reajustar as tabelas de procedimentos do SIA-SUS que faze (continua...)
Defenestração é o ato de lançar alguém ou alguma coisa por uma janela ou varanda.
A primeira Defenestração de Praga ocorreu no início das "guerras hussitas". O reformador da igreja Jan Hus, declarado herege pelo Concílio de Constança, morreu na fogueira em 6 de julho de 1415, mas ele ainda tinha partidários, liderados por Jan Zelivsky. A origem da defenestração, ocorrida em 30 de julho de 1419, envolveu a recusa dos membros do conselho da cidade em libertar prisioneiros hussitas, e uma pedra que teria sido lançada da prefeitura de Praga contra uma procissão liderada por Jan Zelivsky. Rapidamente, seus partidários tomam o prédio e lançam pela janela sete membros do conselho da cidade, que caem sobre as lanças dos hussitas, e o povo termina por matá-los. A multidão ataca em seguida as igrejas e monastérios leais à Igreja Católica, esta série de incidente causou um grande alvoroço.
A manifestação resultou da crescente revolta pela desigualdade entre os camponeses por um lado e o clero e a nobreza por outro. Este descontentamento foi alimentado pelo aumento do nacionalismo e pela influência de pregadores "radicais" como Jan Zelivsky, que via a igreja católica como uma deturpadora da fé cristã. Estes pregadores incitaram suas congregações à ação, inclusive pelas armas, para combater os corruptos.
A primeira Defenestração marcou a transição da conversa para a ação, que conduziu às prolongadas guerras hussitas.
Em 16 de agosto de 1419, o rei Venceslau de Boêmia morre, deixando o trono a seu irmão Sigismundo de Luxemburgo, rei da Hungria-Croácia desde 1387, e Imperador da Alemanha desde 1411, que se dedica a acabar com a rebelião.