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22 de Julho de 2002.

Crise nos EUA derruba Bolsas e aumenta a cotação do dólar


O nervosismo voltou a tomar conta do mercado mundial em 22 de julho de 2002 devido à queda das ações no mercado americano. A Bolsa de Valores de São Paulo também fechou em queda de 6,53%, em 9.892 pontos, o nível mais baixo desde agosto de 1999, registrando a maior desvalorização desde setembro de 2001. O dólar subiu 1,26%, fechando no comercial em R$ 2,900 na compra e em R$ 2,902 na venda. Na cotação média (Ptax) do Banco Central, a moeda encerrou o dia em R$ 2,8808 na compra e em R$ 2,8816 na venda, alta de 0,51%, definindo mais um recorde do Plano Real. O risco Brasil aumentou de 1.558 para 1.598 pontos, enquanto o C-Bond caiu 2,95%.

A queda das ações americanas levou o principal índice daquele mercado, o Dow Jones, a fechar abaixo dos 8 mil pontos pela primeira vez desde 1998. O índice Dow Jones, de 30 ações, fechou em queda de 2,93% e o Nasdaq, de ações de tecnologia, caiu 2,77%. A queda foi liderada pelas ações do Citigroup, em decorrência de sua exposição à concordata da empresa WorldCom. O presidente norte-americano, George W. Bush, tentou acalmar os americanos afirmando que, apesar da queda dos mercados, “os fundamentos da economia dos EUA são sólidos”, expressão usada com freqüência pelo governo brasileiro. Em Londres, o índice FT-100 da Bolsa fechou em queda de 4,95%, no nível mais baixo desde 1996. A Bolsa de Madri caiu 2,62% e a de Frankfurt fechou em queda de 5,15%.

Tags: Economia, ações, dólar, bolsa de valores






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