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Terça-Feira, 28 de Janeiro de 1916.

Morre Ramiro Barcelos, político brasileiro


Ramiro Fortes de Barcelos (Cachoeira do Sul, 23 de agosto de 1851 - 28 de janeiro de 1916) foi um político, escritor, jornalista, médico, professor e industrial brasileiro.

Filho de Vicente Loreto de Barcells e de Joaquina Idalina Pereira Fortes (irmã do Barão de Viamão), Ramiro cursou o secundário na Escola Pública de Cachoeira do Sul, vindo a concluir o curso em Porto Alegre.

Cursou a Faculdade de Medicina no Rio de Janeiro. Exerceu os cargos públicos de ministro plenipotenciário no Uruguai, secretário da Fazenda, procurador do estado do Rio Grande do Sul no Rio de Janeiro e superintendente das Obras da Barra de Rio Grande.

Exerceu os mandatos de deputado provincial nos períodos de 1877 a 1878, 1879 a 1880 e 1881 a 1882; elegeu-se senador da República pelo Rio Grande do Sul de 1890 a 1899 e de 1900 a 1906. Criou em 1902, como Senador, a moeda Cruzeiro, que só veio a ser adotada na década de 40, no governo de Getúlio Vargas.

O que mais literariamente notabilizou Ramiro, foi um poemeto campestre, hoje considerada uma jóia da literatura gauchesca, elaborado entre 1910 e 1915, quando, numa briga política contra seu primo Antônio Augusto Borges de Medeiros (1863-1961), então presidente do estado, ali retratado como Antonio Chimango.

Em poemas satíricos, Ramiro os editou sob o pseudônimo de Amaro Juvenal.



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