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10 de outubro de 1780.

Furacão mata entre 20 e 30 mil pessoas no Caribe

Grande furacão de 1780

O grande furacão de 1780, também conhecido como furacão São Calisto I, é o furacão atlântico mais mortífero na história registrada. Mais de 27.500 pessoas morreram quando o furacão passou pelas Pequenas Antilhas e no Caribe entre 10 e 16 de outubro de 1780. Não se sabe exatamente a trajetória e a intensidade do furacão, pois o banco de dados de furacões atlânticos começou a ser criado apenas depois de 1851.

O furacão atingiu Barbados com ventos possivelmente excedendo 320 km/h antes de passar sobre Martinica, Santa Lúcia e Saint Eustatius; milhares de pessoas morreram em cada uma das ilhas. Vindo na época da Revolução Americana de 1776, a tempestade causou grandes perdas nas frotas britânicas e francesas, que contestavam a região. Depois, o furacão passou perto de Porto Rico e sobre a porção oriental da República Dominicana, que naquele tempo era conhecido como Santo Domingo. Lá, o furacão causou danos severos próximos à costa. Por último, o furacão começou a seguir para nordeste antes de ser observado pela última vez em 20 de outubro a sudeste de Cape Race, Terra Nova, Canadá. O número de mortos causado pelo grande furacão de 1780 excedeu todas as mortes causadas por furacões em toda aquela década, sendo substancialmente maior do que o segundo furacão atlântico mais mortífero da história registrada, o furacão Mitch. O furacão fez parte da desastrosa temporada de furacões no Atlântico de 1780, na qual outros dois furacões no mesmo mês causaram a morte de outras 3.000 pessoas.

Fonte: Wikipédia


Tags: Clima, tempestade, Caribe, furação, tufão






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