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25 de Setembro de 1948.

Nasce Glória Pérez, autora de telenovelas brasileira


Glória Maria Ferrante Perez (Rio Branco, 25 de setembro de 1948) é uma autora de telenovelas brasileira.

Formada em História, com graduação e mestrado pela UFRJ, Glória participou do movimento de poesia marginal da década de 1970.

A carreira como escritora de telenovelas teve início em 1983, quando foi escolhida por Janete Clair para colaborar em “Eu Prometo”, na TV Globo. Era a primeira vez que, pelo fato de estar doente, Janete Clair trabalhava com algum colaborador. Janete veio a morrer no decorrer da telenovela, e Gloria Perez conduziu a história até o fim.

Gloria Perez, além da grande popularidade de suas tramas, inovou lançando campanhas de utilidade pública através das telenovelas e introduzindo nelas a mistura da realidade com a ficção. Por suas campanhas humanitárias, tem sido muito premiada, tanto no Brasil quanto no exterior. Entre os prêmios mais importantes que recebeu nos Estados Unidos da América, estão os do FBI e DEA, pela campanha dos dependentes químicos em “O Clone”.

Escreveu sobre Aids em “Carmem”, em 1987; Barriga de Aluguel, na telenovela homônima, de 1990; inversão de papéis entre homens e mulheres no cotidiano, troca de bebês na maternidade, transplante de órgãos, morosidade da Justiça e necessidade de reformulação do Código Penal em “De corpo e alma”, em 1992; crianças desaparecidas e cultura cigana em “Explode coração”, de 1995; drogas, dependência química, clonagem humana e islamismo, em “O clone”, de 2001; cleptomania, rodeios, homossexualismo e deficiência visual, em “América”, de 2005, dentre outros.

Na minissérie Amazônia, de Gálvez a Chico Mendes, retratou a saga do povo acreano para se incorporar ao Brasil e a luta pela preservação da floresta.

Em 1993, depois do assassinato de sua filha Daniela, Gloria Perez lançou uma campanha de coleta de assinaturas que poderia ter resultado na primeira iniciativa popular de lei da história do Brasil. Como resultado desta campanha, o projeto de lei foi encaminhado, porém através de indicação legislativa, não sendo considerado em sua origem de iniciativa popular. Aprovada pelo Congresso Nacional em 1994, a alteração legislativa consistiu em introduzir o homicídio qualificado no rol da Lei dos Crimes Hediondos.

Tags: Televisão, novela, escritora, roteiro






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