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31 de Outubro de 2014.

Dilma Rousseff torna-se a primeira mulher eleita presidente do Brasil

Dilma Rousseff

O primeiro turno da eleição presidencial brasileira de 2010 foi realizado em 3 de outubro, como parte das eleições gerais no país. Neste pleito, os cidadãos brasileiros aptos a votar escolheram o sucessor do presidente, Luiz Inácio Lula da Silva. Nenhum dos candidatos recebeu mais do que a metade dos votos válidos, e um segundo turno foi realizado em 31 de outubro de 2010.

De acordo com a Constituição, o presidente é eleito diretamente pelo povo para um mandato de quatro anos, podendo ser reeleito uma vez. Lula não pode mais ser candidato, uma vez que foi eleito em 2002 e reeleito em 2006. Esta foi a primeira vez desde o pleito de 1989 – a primeira eleição direta para presidente desde 1960 –, em que ele não foi candidato a presidente.

Aos 31 dias do mês de outubro de 2010 a candidata Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT), foi eleita a primeira Presidente mulher da República Federativa do Brasil.


Dilma Rousseff

Dilma assumiu seu mandato em 1º de janeiro de 2011 sucedendo o também petista Luiz Inácio Lula da Silva.

Candidatura e eleição presidencial em 2014

O primeiro turno da eleição para o novo Presidente do Brasil foi realizado em 5 de outubro de 2014. Nenhum dos candidatos atingiu mais de 50% dos votos válidos, portanto um segundo turno foi realizado em 26 de outubro de 2014. A então presidente da República, Dilma Rousseff, foi reeleita pelo Partido dos Trabalhadores (PT) com 54.501.118 dos votos válidos, equivalentes a 51,64%, vencendo o senador mineiro Aécio Neves do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) que obteve 51.041.155 dos votos válidos, equivalentes a 48,36%.

Essa eleição foi marcada por ter sido a eleição presidencial mais acirrada da história do país e pela morte de Eduardo Campos, que era o candidato do PSB, em um acidente aéreo no dia 13 de agosto de 2014. Ele foi substituído por Marina Silva, do mesmo partido, que ficou em terceiro lugar na eleição.

Segundo mandato

Em 1º de janeiro de 2015, Dilma foi empossada para o seu segundo mandato na presidência da República.

Dilma iniciou seu segundo mandato enfraquecida e em meio a uma crise econômica e política. No início de fevereiro, a popularidade da presidente Dilma caiu de 42% para 23%, a avaliação mais baixa de um governo federal desde dezembro de 1999.

Impeachment

Em 2 de dezembro de 2015, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, acolheu um dos pedidos de impeachment contra Dilma, protocolado na Câmara pelos juristas Hélio Bicudo, Janaina Paschoal e Miguel Reale Júnior. No dia seguinte, Cunha autorizou formalmente a criação de uma Comissão Parlamentar Especial, com 65 deputados, sendo proporcional à bancada de todos os partidos políticos representados, a comissão foi responsável pela elaboração de um parecer pela admissibilidade da abertura do processo.

No dia 17 de abril de 2016, domingo, a Câmara dos Deputados, com 367 votos favoráveis, 137 contrários, além de 7 abstenções e 2 ausentes, autorizou o Senado Federal a instaurar processo de impeachment contra Dilma.

No dia 12 de maio de 2016, com 55 votos favoráveis, 22 contrários e 2 ausentes, o Senado Federal autorizou a abertura do processo de impeachment, e determinou o seu afastamento da Presidência da República pelo período de até 180 dias.

No dia 31 de agosto de 2016, com 61 votos favoráveis e 20 contrários, o Senado Federal aprovou o pedido de impeachment e afastou definitivamente a presidente do cargo. Logo em seguida, em uma segunda votação, os senadores decidiram manter os direitos políticos de Dilma. Foram 42 votos favoráveis à inabilitação (seriam necessários 54 votos para a aprovação), 36 contrários e 3 abstenções. Dessa forma, Dilma Rousseff ainda poderá exercer funções públicas, como ocupar cargos de confiança ou se candidatar em eleições futuras.

Fonte: Wikipédia


Tags: eleições, Dilma Rousseff, PT, Lula, corrupção, petralhas, impeachment






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