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17 de outubro de 1961.

A polícia francesa massacra mais de 200 argelinos que marcham em Paris em apoio à independência de seu país da França

Inscrição na Ponte Saint-Michel em 1961: 'Ici no no les Algériens'

O massacre de Paris de 1961 ocorreu em 17 de outubro de 1961, durante a Guerra da Argélia (1954-62). Sob as ordens do chefe da polícia parisiense, Maurice Papon, um oficial do Governo Francês de Vichy, que colaborou com o Regime Nazista durante a Segunda Guerra Mundial, a Polícia Nacional Francesa atacou uma manifestação de cerca de 30 mil argelinos favoráveis a Frente de Libertação Nacional (FLN).

Dois meses antes, a FLN decidiu aumentar os atentados na França e retomar a campanha contra os argelinos pró-França e a organização nacionalista argelina rival, o Movimento Nacional Argelino na França. Após 37 anos de negativas, em 1998, o governo francês reconheceu 40 mortes, embora haja estimativas de 100 a 300 vítimas.

O jornalista Jean-Luc Einaudi ("La Bataille de Paris", Paris: Seuil, 1991) afirma que foram mais de 200 mortos. Em seu artigo publicado no dia 20 de maio de 1998, no Le Monde, escreveu: Sustento e assino: em outubro de 1961 houve em Paris um massacre perpetrado pelas forças da ordem, sob as ordens de Maurice Papon."

Uma comissão governamental francesa, em 1998, concluiu que só 48 pessoas morreram. O historiador Jean-Paul Brunet ("Police Contre FLN: Le drame d'octobre 1961", Paris: Flammarion, 1999) encontrou evidencias satisfatórias para a morte de 31 argelinos, enquanto sugere que o número de mais de 50 vítimas é credível. Outras estimativas correntes contabilizam entre 70 e 90 mortos.

Fonte: Wikipédia


Tags: massacre de Paris de 1961, massacre, Argélia, Guerra da Argélia, Maurice Papon, França de Vichy






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