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11 de julho de 1940.

Primeiro concerto da Orquestra Sinfônica Brasileira, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, regida por Eugen Szenkar.

Orquestra Sinfônica Brasileira em 1940.

A Orquestra Sinfônica Brasileira é uma das mais importantes orquestras brasileiras e tem 75 anos de existência. Sua sede situa-se na Avenida Rio Branco, no Rio de Janeiro.

História

A criação da OSB foi iniciativa de três professores da Escola Nacional de Música - Djalma Soares, Antão Soares e Antônio Leopardi. Empolgados com a apresentação da Orquestra NBC em turnê pelo Brasil, sob regência de Arturo Toscanini, procuraram o maestro José Siqueira para que tomasse a iniciativa.

Com o apoio de personalidades empresariais e políticas, e contando com divulgação especial no jornal O Globo, surgiu como Sociedade Anônima em 1940. O concerto inaugural foi em 11 de julho de 1940, data escolhida em homenagem ao compositor Carlos Gomes. Como primeiro diretor artístico foi indicado o regente húngaro exilado no Brasil - Eugen Szenkar.


Orquestra Sinfônica Brasileira em 1940.

Em 1943 a Orquestra ganhou um patrono de peso: Arnaldo Guinle. Ele assumiu a proeminência administrativa da Sociedade, como membro do seu Conselho. Doou os dois andares do prédio da Av. Rio Branco, onde até hoje é a sede da orquestra, no centro do Rio de Janeiro. E mandou comprar nos Estados Unidos o instrumental que a orquestra necessitava. Pela amizade com o presidente Getúlio Vargas, Guinle conseguiu que a Orquestra, que era uma sociedade privada, recebesse verbas públicas do governo federal. Nesta temporada, pela primeira vez a orquestra publicou uma lista de músicos efetivos. Anteriormente os músicos trabalhavam em contratos por períodos muito curtos. Entre os músicos desta lista, alguns dos que adquiriram mais notoriedade: Hans Joachin Koellreutter (flauta), José Gagliardi (trombone), Elza Guarnieri (harpa), Jorge Faini, Oscar Borgeth e Claudio Santoro (violinos), e Iberê Gomes Grosso, Newton Pádua e Aldo Parisot (violoncelos).

Em 1944 a OSB promoveu um concurso de composição, no qual foram premiadas as seguintes obras:

  • 1° prêmio - o poema sinfônico Felipe Dantas de Helza Cameu
  • 2° prêmio - Impressões de uma usina de aço de Claudio Santoro
  • 3° prêmio - Muiraquitãs de José Siqueira

Em 1948 as disputas da Guerra Fria influenciaram os rumos da Orquestra. Guinle se indispôs com José Siqueira, que era comunista, e conseguiu afastá-lo da direção da sociedade com apoio da "ala direita" da sociedade. A presidência da sociedade foi assumida pelo militar da marinha, Adalberto de Lara Resende. O maestro Szenkar também se indispôs com a direção da orquestra, por ser contrário à prática de trazer regentes convidados do exterior. Ele foi afastado da direção artística da orquestra.

Fonte: Wikipédia


Tags: Carlos Gomes, música, orquestra, concerto, Orquestra Sinfônica Brasileira, Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Eugen Szenkar






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