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06 de outubro de 1950.

Tropas chinesas invadem o Tibete

Tropas da RPC cruzam o Rio Jisha

A invasão chinesa do Tibete em 1950 ou intervenção militar chinesa no Tibete, ou também Batalha de Chamdo (chinês: 昌都战役), oficialmente na China como Libertação de Chamdo (chinês: 解放昌都), foi uma campanha militar por parte da República Popular da China contra o de facto independente Tibete em Chamdo depois de meses de negociações fracassadas. O objetivo da campanha era capturar o exército tibetano em Chamdo, desmoralizar o governo de Lhasa, e exercer, assim, pressão suficiente para obter dos representantes tibetanos a concordância em participar de negociações em Pequim e assinar os termos reconhecendo a soberania chinesa sobre o Tibete. A campanha resultou na captura de Chamdo e novas negociações entre a República Popular da China e os representantes tibetanos, o que conduziria a anexação do Tibete pela República Popular da China.

O regime comunista chinês liderado por Mao Tse Tung interveio no Tibete em 1950 sob pretexto de "libertar o país do imperialismo inglês", quarenta mil soldados chineses entraram em outubro do mesmo ano em Lhassa, capital histórica tibetana, e em 1951 o país ficou sob controle total da China.

Este ataque marcou o início da campanha de Pequim para integrar o Tibete na República Popular da China. O governo chinês chama essa operação de "libertação pacífica do Tibete", e um Acordo de Dezessete Pontos para a Libertação Pacífica do Tibete foi assinado pelos representantes do XIV Dalai Lama, Tenzin Gyatso e o Governo da China, que declarou sua soberania sobre a região. No entanto, o episódio é chamado de "invasão do Tibete" pelo governo tibetano no exílio, o Congresso americano, os analistas militares, as fontes da mídia, e várias ONGs, como a Comissão Internacional de Juristas, que presumem que o Tibete não teve outra escolha a não ser assinar o acordo em 17 pontos, que foi denunciado pelo Dalai Lama no exílio em 1959.

Invasão do Tibete

Depois de meses de negociações fracassadas, tentativas do Tibete para garantir apoio e assistência estrangeira, e movimentos de tropas chinesas e tibetanas, o Exército de Libertação Popular cruzou o rio Jinsha em 6 de outubro de 1950. Duas unidades do Exército de Libertação Popular rapidamente cercaram as forças tibetanas em desvantagem numérica e capturaram a cidade fronteiriça de Qamdo até 19 de outubro. Até então, 114 soldados chineses e 180 tibetanos foram mortos ou feridos. Em 1962 Zhang Guohua escreveria sustentando que "mais de 5.700 efetivos inimigos foram destruídos" e "mais de 3.000" pacificamente se renderam, embora pareça ser um exagero. As hostilidades foram limitadas a uma zona fronteiriça situada ao nordeste do rio Gyamo Ngul Chuo e a leste do meridiano 96º. Após a captura de Qamdo, o Exército de Libertação Popular interrompeu as hostilidades, e os chineses enviaram um comandante capturado, Ngabo, a Lhasa para reiterar os termos de negociação, e esperaram que representantes tibetanos respondessem através de delegados para Pequim.

Fonte: Wikipédia


Tags: Anexação do Tibete, Invasão do Tibete, China, Tibete, Dalai Lama, Tenzin Gyatso






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