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16 de março de 1831.

É publicada Notre-Dame de Paris, do escritor francês Victor Hugo, mais conhecido como ‘O Corcunda de Notre-Dame’

Ilustração para a primeira edição de

Notre-Dame de Paris, também conhecido como O Corcunda de Notre-Dame, é um romance de autoria do escritor francês Victor Hugo, publicado em 16 de março de 1831.

História

A obra veio a público originalmente com o título de "Notre-Dame de Paris", e nem sequer se centrava na personagem que a eternizou, uma vez que só quando foi traduzida para a língua inglesa, em 1833, este nome apareceu no título. Em sua origem, constituía-se em um romance histórico, voltado para o público adulto, com o intuito de conscientizá-lo para a necessidade de se conservar a Catedral de Notre-Dame.

Na obra, Victor Hugo não se limita a descrever apenas a antiga Catedral, mas ilustra historicamente a sociedade da Paris medieval, e os contrastes dos seus personagens, desde os pedintes e ciganos ao rei e à nobreza.

A história passa-se em 1482, em Paris, a capital de França. A ação desenrola-se dentro e em torno da Catedral de Notre-Dame, na Île de la Cité, no meio do rio Sena. Aqui estavam situadas os dois grandes monumentos da cidade à época: a Catedral e o Palácio da Justiça, o que centralizava, na ilha, a religião e o governo de Paris.

A Catedral, construída em 1330, era a principal igreja de Paris. Além de importante local de oração, aceitava órfãos e pessoas que ali procuravam refúgio da lei.

As personagens da história provêm de todas as camadas sociais existentes em Paris na Idade Média: membros do clero e fidalgos cruzavam-se com ciganos e mendigos nas ruas da Île de la Cité. Luís XI de França era o soberano à época, e costumava assistir diariamente à missa na Catedral.

Paris não possuía uma força policial. Oficiais da guarda pessoal do rei e grupos de fidalgos patrulhavam as ruas para manterem a ordem.

Havia então em Paris muitos pobres e sem-abrigo. Alguns destes proscritos eram pedintes, ciganos, pessoas com deficiências, doentes e ladrões. Estes elementos eram percebidos pela sociedade como uma ameaça. O povo cigano era nómada, e mudavam-se de cidade em cidade.

A Obra gira em torno de um homem Coxo e Deformado que foi adotado pelo arcediago Claudio Frollo. Batizado de Quasímodo, enfrenta uma série de peripécias por conta de um amor não correspondido por uma Bela Cigana, Esmeralda.

Esmeralda é uma Personagem que representa uma espécie de Beleza Suprema, quase Celestial, o que faz com que Dois Homens, Quasimodo e Dom Claudio se apaixonem por ela.

São duas formas de amar diferentes. Quasimodo ama-a de uma forma desinteressada, enquanto Frollo nutre por ela uma enorme paixão, repleta de desejo sexual, embora muitas vezes se note uma grande Ternura e Carinho pela Cigana.

No entanto, Esmeralda, não corresponde ao amor de nenhum dos dois, preferindo amar Febo, um oficial da guarda real, que apesar de dizer que a ama, tem uma Noiva e não nutre nenhum tipo de sentimento por Esmeralda, a não ser Desejo.

A narrativa trata de cada Personagem com profundidade, e há quem considere Claudio Frollo a personagem mais profunda do livro.

Fonte: Wikipédia


Tags: Literatura, Les Misérables, Os Miseráveis, Victor Hugo, Insurreição Democrática, Revolução de 1830, Jean Valjean, Notre-Dame de Paris, O Corcunda de Notre-Dame






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