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12 de junho de 2016.

50 pessoas morreram e 53 foram feridas num ataque a um bar em Orlando, Flórida. O atirador, Omar Mateen, foi abatido pela polícia.

Viaturas e ambulâncias no local do massacre em Orlando.

Massacre de Orlando foi um atentado terrorista doméstico que ocorreu em 12 de junho de 2016, na boate LGBT chamada "Pulse", em Orlando, Flórida, Estados Unidos. Ao menos 50 pessoas foram mortas e 53 ficaram gravemente feridas.

O atirador, Omar Mir Seddique Mateen, um muçulmano norte-americano de origem afegã, prometeu lealdade ao grupo terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL) antes do ataque.

O incidente foi caracterizado por muitas fontes como "o mais mortal tiroteio em massa da história dos Estados Unidos". O ataque também foi o mais grave contra as pessoas LGBT na história do país e o mais mortífero ataque contra civis estadunidenses desde 11 de setembro de 2001.

Incidente

Por volta de 2h02 (UTC−4) de 12 de junho de 2016 tiros foram ouvidos e um oficial do Departamento de Polícia de Orlando (OPD) estacionado na discoteca trocou tiros com o atirador. Em sua página no Facebook, às 2h09 EDT, a boate Pulse disse: "Todos saiam da Pulse e continuem correndo”.

O atirador estava armado com um fuzil de assalto, um revólver e um "dispositivo" que os funcionários acreditavam que era mais uma ameaça. Depois de outros oficiais cercarem o suspeito, o atirador entrou na boate e começou a tomar pessoas como reféns.


Omar Saddiqui Mateen

Mateen casou-se com uma mulher do Uzbequistão em abril de 2009, mas eles se divorciaram em julho de 2011. Após o ataque à discoteca, a ex-esposa de Mateen disse a meios de comunicação que durante o casamento, Mateen era mentalmente instável e que a agredia. Ele teria se casado novamente e tinha um filho de três anos de idade.

Mateen tornou-se uma "pessoa de interesse" para o FBI em 2013 e 2014. O inquérito 2013 foi aberto após Mateen fazer comentários "inflamatórios" aos colegas de trabalho e a investigação em 2014 foi aberta após Mateen "estar ligado ao radical estadunidense Moner Mohammad Abu Salha que se tornou um homem-bomba na Síria". Mateen foi entrevistado três vezes por conta das investigações, que foram encerradas após nada justificar uma investigação mais aprofundada.

Motivações

O responsável pelo massacre foi identificado como sendo Omar Saddiqui Mateen, de 29 anos. Segundo a rede CNN, a família do atirador seria do Afeganistão e ele possuía treinamento para o manuseio de armas. Omar era muçulmano mas permaneceu desconhecido se ele tinha, comprovadamente, ligações com grupos extremistas islamitas . Uma agência de notícias chamada Amaq, ligada a movimentos jihadistas, afirmou que o atirador tinha ligações com a organização terrorista conhecida como Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL).

Um ex-colega que trabalhou com Mateen em um condomínio fechado a oeste Port St. Lucie o descreveu como "desequilibrado e instável" e também disse que ele frequentemente fazia comentários homofóbicos e racistas e falava sobre matar pessoas.

Em entrevista à emissora NBC News, o pai de Omar informou que seu filho estava expressando ódio aos gays. Segundo o pai do atirador, Omar viu dois homens se beijando em Miami há alguns meses e ficou muito irritado, expressando indignação que seus filhos vissem aquela cena. À imprensa o pai de Omar disse:

“A questão religiosa não tem nada a ver com isso. Ele viu dois homens se beijando em Miami há alguns meses e ficou muito irritado. Estamos chocados como o resto dos EUA. Nós queremos pedir desculpas por esse incidente. Nós não imaginamos que ele faria isso. Estamos chocados, muito chocados”.

Fonte: Wikipédia


Tags: Atentado, terrorismo, Orlando, Omar Mateen, LGBT, Pulse, Estado Islâmico






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