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18.12.2017 | Terrorismo

Putin agradece Trump por ajuda para frustrar ataque a São Petersburgo

Vladimir Putin e Donald Trump em encontro em julho de 2017; os dois líderes têm trocado elogios. REUTERS/Carlos Barria

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, agradeceu ao seu homólogo norte-americano Donald Trump neste domingo (17) pela ajuda da CIA em frustrar um plano para atacar a cidade de São Petersburgo, disse o Kremlin. Foi a segunda vez em uma semana que os líderes mais poderosos do mundo trocaram mensagens de louvor.

Putin falou por telefone com Trump para transmitir sua gratidão pela inteligência fornecida pela CIA que permitiu que o serviço de segurança FSB russo rompesse uma "célula terrorista" que estava planejando ataques na segunda cidade da Rússia, disse o Kremlin em um comunicado divulgado pelas agências de notícias russas.

"As informações recebidas pela CIA foram suficientes para detectar, perseguir e prender os criminosos", disse o Kremlin.

Putin também prometeu que as agências de segurança russas transmitiriam qualquer informação recebida sobre ameaças terroristas aos Estados Unidos e seus cidadãos.

O FSB anunciou na sexta-feira (15) que prendeu sete membros de uma célula do grupo Estado islâmico que planejava um atentado suicida e "o assassinato de cidadãos" em áreas lotadas de São Petersburgo em 16 de dezembro.

A polícia confiscou um grande número de explosivos usados para fazer bombas caseiras, rifles automáticos, munições e literatura extremista, afirmou.

Em alerta antes da Copa do Mundo

Na terça-feira, o chefe do FSB, Alexander Bortnikov, disse que a Rússia estava alerta para o possível retorno dos jihadistas da Síria antes da Copa do Mundo e das eleições presidenciais de 2018.

A Rússia sofreu vários ataques neste ano, incluindo um bombardeio no metrô de São Petersburgo, em abril, que deixou 14 pessoas mortas.

A ameaça de ataque aumentou desde a intervenção militar de Moscou na Síria em setembro de 2015 para apoiar o regime do presidente Bashar al-Assad, tornando a Rússia prioritária.

Cerca de 40 mil combatentes viajaram de todo o mundo, incluindo a Rússia, para se juntarem ao grupo estado Islâmico na Síria, após a declaração de 2014 do autodenominado "califado” que se encontrava na Síria e no Iraque.

Em 2015, os serviços de segurança russos estimaram que 2.900 cidadãos russos se juntaram ao grupo jihadista, bem como vários milhares de asiáticos centrais.

Em um telefonema na quinta-feira, Trump e Putin discutiram a crise sobre o programa nuclear da Coréia do Norte, e o líder dos EUA tomou o passo incomum de agradecer seu contraparte russo por cumprimentar a economia americana.
 

O duo disparou elogios um ao outro no passado, com comentaristas descrevendo seu relacionamento acolhedor como um "bromance".

Fonte: Rádio França Internacional


Tags: Vladimir Putin, Donald Trump, terrorismo, São Petersburgo





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