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Opinião do internauta

  • Rivadávia Rosa (06.06.2012 | 14.06)
    Sobre o comentario: Tortura pode? Opinião:
    Sabemos que o motor da criminalidade é a imitação alentada pela impunidade a que se soma a idéia de abandono, deterioração, degradação, desinteresse e ruptura do código de convivência civilizada. Aí entra o ‘vale tudo’. Porém, é comum e falaciosa – a afirmação de que a causa do delito é a pobreza. Nisso coincidem desde certa direita dominada, às simplificações reducionistas da esquerda. A questão não é a pobreza, mas os fenômenos psicossociais (psicológicos e sociológicos) que sustentam as relações sociais a que se agregam as disposições criminosas de tipo individual e as condições de desordem e degradação pública, provocada e estimulada pelo experimento socialista, vulgarmente conhecido como comunista que estamos vivendo ao vivo e em cores fúnebre. O fato é que a contenção com mais eficácia do crime se faz pela repressão desde a desordem, o descuido, à anomia social em suas pequenas raízes – o que cria as condições de possibilidade para a repressão das infrações de maior potencial ofensivo, o crime organizado, em suas associações ilícitas e bando de narcotraficantes, piratas (de asfalto, estradas, navios), seqüestradores... Não se trata de ‘mão dura’ – mas de singelo cumprimento da lei penal – com uma política clara e firme de Estado para preservar a saúde social, sem vistas grossas aos abusos e prepotência inclusive policial. O rigor é da lei contra o crime não contra a pessoa. RESUMO jus-filosófico: "Quem dá a cada um o que lhe pertence porque conhece a verdadeira e necessária razão das leis age em constante acordo consigo mesmo e por seu próprio decreto, não por decreto alheio: ele merece, pois, ser reconhecido como justo." BARUCH SPINOZA, in Tratado Teológico-Político

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