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Opinião do internauta

  • PAULO KELBERT (15.10.2018 | 12.08)
    Sobre o comentario: A banalidade do mal Opinião:
    Prezado Orlandini, bom dia Gosto muito de teu trabalho, leio-os na íntegra e pouco me manifesto em razão da profunda atividade que exerço. Vivemos neste momento polarizações destrutivas no Brasil com discursos de ódio, discriminação que se assemelham aos ocorridos em 1933. Em razão de duas ocasiões que necessitei ficar involuntariamente em repouso, tratei de ler a biografia de Chaplin em 1970, e em outra, em 1977 o trabalho de Freud que se chama Reflexões para os tempos de guerra e morte. Freud antevia o avanço do nazismo e Hitler se tornou seu desafeto após saber que Freud criticou uma pintura dele, detectando em sua arte plástica sua enfermidade mental, com a seguinte frase: " cuidem-se dele". Com ajuda de amigos e dono de grande prestígio, Freud conseguiu sair da Áustria anexada e terminou seus dias em Londres. Suas irmãs em Auschwitz. Novamente o mal está em vias de ser banalizado, e do nada surgem novos Alfred Rosemberg, detrator de Baruch Espinoza, com mentiras fabricadas que tem tido certo êxito com ignorantes da história e vítimas das informações de conteúdo orientado pela desinformação inteligente destinada a manter os burrinhos "in natura". Triste de ver a má intenção dos malvados habituais em sua compulsão criminosa e piromaníaca diante da ética. Tomara que este pesadelo passe e que o país volte a crescer.

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