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17 de janeiro de 1562.

A regente Catarina de Médici assina o 'Édito de Saint-Germain' que cessa a perseguição religiosa e reconhece o direito civil dos protestantes franceses

Catarina de Médici, em pintura atribuída à François Clouet, c.1555.

O Édito de Saint-Germain foi um documento histórico assinado em 17 de janeiro de 1562 por Catarina de Médici.

O Protestantismo francês iniciou-se com o reformador católico Jacques Lefevre, que iniciou suas pregações em 1514, portanto antes de Lutero. Depois que a Reforma tornou-se pública na Alemanha, atingiu também as massas francesas. Logo, os protestantes franceses passaram a seguir as orientações de João Calvino.

O édito de Orléans de 1561 interrompeu a perseguição por alguns anos, e em 17 de Janeiro de 1562, o édito de Saint-Germain reconheceu os seus direitos pela primeira vez.

As guerras religiosas na França começaram com um massacre de 1000 Huguenotes em Vassy no dia 1º de Março de 1562.

Em 24 de Agosto de 1572, entre 70 e 100 mil huguenotes foram mortos no “Massacre da noite de São Bartolomeu”, e a anistia foi concedida no ano seguinte. A quinta guerra santa contra os Huguenotes começou a 23 de Fevereiro de 1574 e a perseguição continuou periodicamente até 1598, quando o rei Henrique IV emitiu em 13 de Abril de 1598, o “édito de Nantes” autorizando aos protestantes a liberdade religiosa e direitos idênticos aos dos católicos.


Tags: Huguenote, Calvino, Henrique IV, calvinistas, noite de São Bartolomeu, Édito de Nantes, protestante, protestantismo, Édito, Édito de Saint-Germain






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